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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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36
|Mateus 12:36|
De mondom néktek: Minden hivalkodó beszédért, a mit beszélnek az emberek, számot adnak majd az ítélet napján.
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37
|Mateus 12:37|
Mert a te beszédidbõl ismertetel igaznak, és a te beszédidbõl ismertetel hamisnak.
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38
|Mateus 12:38|
Ekkor felelének néki némelyek az írástudók és farizeusok közül, mondván: Mester, jelt akarnánk látni te tõled.
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39
|Mateus 12:39|
Õ pedig felelvén, monda nékik: E gonosz és parázna nemzetség jelt kiván; és nem adatik jel néki, hanemha Jónás prófétának jele."
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40
|Mateus 12:40|
Mert a miképen Jónás három éjjel és három nap volt a czethal gyomrában, azonképen az embernek Fia is három nap és három éjjel lesz a föld gyomrában.
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41
|Mateus 12:41|
Ninive férfiai az ítéletkor együtt támadnak majd fel ezzel a nemzetséggel, és kárhoztatják ezt: mivelhogy õk megtértek a Jónás prédikálására; és ímé nagyobb van itt Jónásnál."
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42
|Mateus 12:42|
Délnek királyné asszonya felkél majd az ítéletkor e nemzetséggel együtt, és kárhoztatja ezt: mert õ eljött a földnek szélérõl, hogy hallhassa a Salamon bölcseségét; és ímé, nagyobb van itt Salamonnál."
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43
|Mateus 12:43|
Mikor pedig a tisztátalan lélek kimegy az emberbõl, víz nélkül való helyeken jár, nyugalmat keresve, és nem talál:
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44
|Mateus 12:44|
Akkor ezt mondja: Visszatérek az én házamba, a honnét kijöttem. És oda menvén, üresen, kisöpörve és fölékesítve találja azt.
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45
|Mateus 12:45|
Akkor elmegy és vesz maga mellé más hét lelket, gonoszabbakat õ magánál, és bemenvén, ott lakoznak; és ennek az embernek utolsó állapotja gonoszabb lesz az elsõnél. Így lesz ezzel a gonosz nemzetséggel is."
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva