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Karoli -
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1
|Rute 1:1|
És lõn azon napokban, a mikor a bírák bíráskodának, éhség lõn a földön. És elméne egy férfi a Júda Bethlehemébõl, hogy Moáb mezején tartózkodjék; õ meg a felesége, és a két fia."
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2
|Rute 1:2|
A férfi neve Elimélek és felesége neve Naómi; két fiok neve pedig Mahlon és Kiljon; efrataiak, a Júda Bethlehemébõl valók. És eljutának Moáb mezejére, és ott valának."
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3
|Rute 1:3|
Meghala pedig Elimélek a Naómi férje, és marada õ és az õ két fia.
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4
|Rute 1:4|
A kik Moábita leányokat võnek feleségül; az egyiknek neve Orpa, és a másiknak neve Ruth. És ott lakozának közel tíz esztendeig."
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5
|Rute 1:5|
Meghalának õk is mind a ketten, Mahlon is, Kiljon is, és marada az asszony az õ két fia és férje nélkül.
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6
|Rute 1:6|
Felkele azért õ és az õ menyei, és õ visszatére Moáb mezejérõl; mert hallotta vala Moáb mezején, hogy meglátogatta az Úr az õ népét, hogy adjon nékik kenyeret."
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7
|Rute 1:7|
És kiméne arról a helyrõl, a hol volt, és vele a két menye. És menének az úton, hogy visszatérjenek Júda földére,
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8
|Rute 1:8|
És monda Naómi az õ két menyének: Menjetek, térjetek vissza, kiki az õ anyjának házához. Cselekedjék az Úr irgalmasságot veletek, a miképen ti cselekedtetek a megholtakkal és én velem!
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9
|Rute 1:9|
Adja az Úr tinéktek, hogy találjatok nyugodalmat, kiki az õ férje házában. És megcsókolá õket; és õk nagy felszóval sírának."
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10
|Rute 1:10|
És mondák néki: Bizony mi veled együtt térünk a te népedhez!
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva