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Karoli -
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1
|Rute 1:1|
És lõn azon napokban, a mikor a bírák bíráskodának, éhség lõn a földön. És elméne egy férfi a Júda Bethlehemébõl, hogy Moáb mezején tartózkodjék; õ meg a felesége, és a két fia."
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2
|Rute 1:2|
A férfi neve Elimélek és felesége neve Naómi; két fiok neve pedig Mahlon és Kiljon; efrataiak, a Júda Bethlehemébõl valók. És eljutának Moáb mezejére, és ott valának."
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3
|Rute 1:3|
Meghala pedig Elimélek a Naómi férje, és marada õ és az õ két fia.
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4
|Rute 1:4|
A kik Moábita leányokat võnek feleségül; az egyiknek neve Orpa, és a másiknak neve Ruth. És ott lakozának közel tíz esztendeig."
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5
|Rute 1:5|
Meghalának õk is mind a ketten, Mahlon is, Kiljon is, és marada az asszony az õ két fia és férje nélkül.
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6
|Rute 1:6|
Felkele azért õ és az õ menyei, és õ visszatére Moáb mezejérõl; mert hallotta vala Moáb mezején, hogy meglátogatta az Úr az õ népét, hogy adjon nékik kenyeret."
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7
|Rute 1:7|
És kiméne arról a helyrõl, a hol volt, és vele a két menye. És menének az úton, hogy visszatérjenek Júda földére,
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8
|Rute 1:8|
És monda Naómi az õ két menyének: Menjetek, térjetek vissza, kiki az õ anyjának házához. Cselekedjék az Úr irgalmasságot veletek, a miképen ti cselekedtetek a megholtakkal és én velem!
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9
|Rute 1:9|
Adja az Úr tinéktek, hogy találjatok nyugodalmat, kiki az õ férje házában. És megcsókolá õket; és õk nagy felszóval sírának."
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10
|Rute 1:10|
És mondák néki: Bizony mi veled együtt térünk a te népedhez!
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva