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Karoli -
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1
|Rute 2:1|
Vala pedig Naóminak egy rokona az õ férje után, elõkelõ derék ember Elimélek nemzetségébõl; neve Boáz."
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2
|Rute 2:2|
És monda a Moábita Ruth Naóminak: Hadd menjek, kérlek, a mezõre, hogy kalászokat szedegessek az után, a kinek szemei elõtt kedvességet találok. És az monda: Menj édes leányom.
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3
|Rute 2:3|
Elméne azért és odaérkezék, szedegete a mezõn az aratók után, és történetesen oda talált a Boáz szántóföldjére, a ki Elimélek nemzetségébõl való volt.
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4
|Rute 2:4|
És ímé Boáz kijöve Bethlehembõl, és monda az aratóknak: Az Úr legyen veletek! És õk mondának néki: Áldjon meg téged az Úr!
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5
|Rute 2:5|
És monda Boáz az õ szolgájának, a ki az aratók felügyelõje volt: Kié ez a leányzó?
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6
|Rute 2:6|
És felele a szolga, az aratók felügyelõje, és monda: Az a Moábita leányzó ez, a ki Naómival jött a Moáb mezejérõl.
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7
|Rute 2:7|
A ki mondá: Hadd szedegessek, kérlek, és hadd tarlózgassak a kévék közt az aratók után. És ide jöve, és itt marada reggeltõl fogva mind mostanig: és csak épen most pihent egy keveset a házban.
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8
|Rute 2:8|
És mondá Boáz Ruthnak: Ugyan hallod-é édes leányom! Ne menj szedegetni más mezõre és el ne menj innen; hanem menj [mindenütt] szolgálóim után."
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9
|Rute 2:9|
Szemeid legyenek a mezõn, a melyet aratnak, és járj utánok. Ímé meghagytam a szolgáknak, hogy ne bántsanak téged, és ha megszomjúhozol, menj az edényekhez és igyál abból, a mit a szolgák merítenek.
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10
|Rute 2:10|
Akkor ez arczra borula és meghajtá magát a földig, és monda néki: Hogy- hogy találtam [ilyen] kedvességet a te szemeid elõtt, hogy rám tekintettél, holott én idegen vagyok?
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Sugestões

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26 de julho LAB 573
O QUEBRADOR DE PEDRAS
Isaías 11-14
Quando li Isaías 14, na minha leitura, tive uma sensação que, para traduzi-la, é necessário contar uma história que encontrei no site www.pregador.com.br, com o título “O QUEBRADOR DE PEDRAS”. Ela estava catalogada sobre o assunto da inveja. Então, imagine a sensação que tive ao ler esse capítulo.
Segundo a lenda (que é apenas para ilustrar), diz que havia um sujeito muito simples, que ganhava a vida quebrando pedras. Era o quebrador de pedras. Apesar do fato de ter saúde, emprego e família, ele vivia permanentemente insatisfeito.
Certo dia, ele passou em frente à casa de um homem muito rico e importante. Ele sentiu uma terrível inveja, quando viu aquele homem cercado de bens valiosos e pessoas importantes. Do mais profundo do seu ser, pensou: “Ah... como eu queria ser aquele homem!” Então, inexplicavelmente, como num passe de mágica... plim! Foi colocado no lugar do rico.
Mas quando ia começar a usufruir o luxo e o poder, passou em frente daquela casa um importante general, montado num magnífico cavalo, e todos se curvavam diante dele. O quebrador de pedras novamente sentiu inveja e desejou ser aquele general e, mais uma vez, plim! Lá estava ele, em cima do cavalo.
Quando ia começar a desfrutar o prestígio do general, caiu do cavalo, devido ao forte calor do Sol do meio-dia. Então, ele invejou o Sol e... plim!
Ao começar a experimentar todo o poder de seus raios, uma nuvem escura veio e tapou-lhe a visão. Invejou a nuvem escura e... plim!
Quando ia tapar os raios do Sol, passou um forte vento e jogou a nuvem para longe. Invejou o vento e... plim!
E quando ia jogar as nuvens escuras para bem longe, uma montanha quebrou o vento. Invejou a montanha e... plim! Tornou-se a montanha.
Ah... Agora, finalmente, parece que ficou satisfeito, pois, parecia-lhe que, em todo o mundo, nada era mais poderoso que uma grande e inabalável montanha.
Mas foi neste pequeno e único momento de satisfação que ele ouviu um som que lhe era bastante familiar, o som de uma pesada marreta de ferro manejada com habilidade por um musculoso quebrador de pedras, quebrando a montanha devagarzinho.
Interessante! A inveja só pode levar a uma coisa: autodestruição.
Houve um tempo em que tudo era perfeito e ninguém sofria. Mas um anjo infeliz resolveu experimentar algo que não seria bom: ter inveja. A tentação não é pecado, o pecado é alimentá-la. Hoje, arcamos com as consequências dessa inveja: a existência do diabo e o inferno no qual nós precisamos viver.
Não compensa invejar nada de ninguém. Cultive o contentamento e você será muito feliz!
Valdeci Júnior
Fátima Silva