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Karoli -
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1
|Rute 2:1|
Vala pedig Naóminak egy rokona az õ férje után, elõkelõ derék ember Elimélek nemzetségébõl; neve Boáz."
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2
|Rute 2:2|
És monda a Moábita Ruth Naóminak: Hadd menjek, kérlek, a mezõre, hogy kalászokat szedegessek az után, a kinek szemei elõtt kedvességet találok. És az monda: Menj édes leányom.
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3
|Rute 2:3|
Elméne azért és odaérkezék, szedegete a mezõn az aratók után, és történetesen oda talált a Boáz szántóföldjére, a ki Elimélek nemzetségébõl való volt.
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4
|Rute 2:4|
És ímé Boáz kijöve Bethlehembõl, és monda az aratóknak: Az Úr legyen veletek! És õk mondának néki: Áldjon meg téged az Úr!
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5
|Rute 2:5|
És monda Boáz az õ szolgájának, a ki az aratók felügyelõje volt: Kié ez a leányzó?
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6
|Rute 2:6|
És felele a szolga, az aratók felügyelõje, és monda: Az a Moábita leányzó ez, a ki Naómival jött a Moáb mezejérõl.
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7
|Rute 2:7|
A ki mondá: Hadd szedegessek, kérlek, és hadd tarlózgassak a kévék közt az aratók után. És ide jöve, és itt marada reggeltõl fogva mind mostanig: és csak épen most pihent egy keveset a házban.
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8
|Rute 2:8|
És mondá Boáz Ruthnak: Ugyan hallod-é édes leányom! Ne menj szedegetni más mezõre és el ne menj innen; hanem menj [mindenütt] szolgálóim után."
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9
|Rute 2:9|
Szemeid legyenek a mezõn, a melyet aratnak, és járj utánok. Ímé meghagytam a szolgáknak, hogy ne bántsanak téged, és ha megszomjúhozol, menj az edényekhez és igyál abból, a mit a szolgák merítenek.
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10
|Rute 2:10|
Akkor ez arczra borula és meghajtá magát a földig, és monda néki: Hogy- hogy találtam [ilyen] kedvességet a te szemeid elõtt, hogy rám tekintettél, holott én idegen vagyok?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva