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Peshitta (NT) -
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|1 João 1:1|
ܡܤܒܪܝܢܢ ܠܟܘܢ ܠܗܘ ܕܐܝܬܘܗܝ ܗܘܐ ܡܢ ܒܪܫܝܬ ܗܘ ܕܫܡܥܢ ܘܚܙܝܢܝܗܝ ܒܥܝܢܝܢ ܚܙܝܢ ܘܓܫܢ ܒܐܝܕܝܢ ܗܘ ܕܐܝܬܘܗܝ ܡܠܬܐ ܕܚܝܐ ܀
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2
|1 João 1:2|
ܘܚܝܐ ܐܬܓܠܝܘ ܘܚܙܝܢ ܘܤܗܕܝܢܢ ܘܡܟܪܙܝܢܢ ܠܟܘܢ ܚܝܐ ܕܠܥܠܡ ܗܢܘܢ ܕܐܝܬܝܗܘܢ ܗܘܘ ܠܘܬ ܐܒܐ ܘܐܬܓܠܝܘ ܠܢ ܀
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3
|1 João 1:3|
ܘܡܕܡ ܕܚܙܝܢ ܘܫܡܥܢ ܡܘܕܥܝܢܢ ܐܦ ܠܟܘܢ ܕܬܗܘܐ ܠܟܘܢ ܫܘܬܦܘܬܐ ܥܡܢ ܘܫܘܬܦܘܬܢ ܕܝܢ ܕܝܠܢ ܐܝܬܝܗ ܥܡ ܐܒܐ ܘܥܡ ܒܪܗ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܀
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4
|1 João 1:4|
ܘܗܠܝܢ ܟܬܒܝܢܢ ܠܟܘܢ ܕܚܕܘܬܢ ܕܒܟܘܢ ܬܗܘܐ ܡܫܡܠܝܐ ܀
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5
|1 João 1:5|
ܘܗܕܐ ܗܝ ܤܒܪܬܐ ܕܫܡܥܢ ܡܢܗ ܘܡܤܒܪܝܢܢ ܠܟܘܢ ܕܐܠܗܐ ܢܘܗܪܐ ܗܘ ܘܚܫܘܟܐ ܟܠ ܟܠܗ ܠܝܬ ܒܗ ܀
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6
|1 João 1:6|
ܘܐܢ ܐܡܪܝܢܢ ܕܫܘܬܦܘܬܐ ܐܝܬ ܠܢ ܥܡܗ ܘܡܗܠܟܝܢܢ ܒܚܫܘܟܐ ܕܓܠܐ ܚܢܢ ܘܠܘ ܒܫܪܪܐ ܪܕܝܢܢ ܀
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7
|1 João 1:7|
ܐܢ ܕܝܢ ܒܢܘܗܪܐ ܡܗܠܟܝܢܢ ܐܝܟ ܕܗܘ ܐܝܬܘܗܝ ܒܢܘܗܪܐ ܐܝܬ ܠܢ ܫܘܬܦܘܬܐ ܥܡ ܚܕܕܐ ܘܕܡܐ ܕܝܫܘܥ ܒܪܗ ܡܕܟܐ ܠܢ ܡܢ ܟܠܗܘܢ ܚܛܗܝܢ ܀
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8
|1 João 1:8|
ܘܐܢ ܢܐܡܪ ܕܠܝܬ ܠܢ ܚܛܝܬܐ ܢܦܫܢ ܡܛܥܝܢܢ ܘܫܪܪܐ ܠܝܬ ܒܢ ܀
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9
|1 João 1:9|
ܐܢ ܕܝܢ ܡܘܕܝܢܢ ܒܚܛܗܝܢ ܡܗܝܡܢ ܗܘ ܘܙܕܝܩ ܕܢܫܒܘܩ ܠܢ ܚܛܗܝܢ ܘܢܕܟܝܢ ܡܢ ܟܠܗ ܥܘܠܢ ܀
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10
|1 João 1:10|
ܘܐܢ ܐܡܪܝܢܢ ܕܠܐ ܚܛܝܢ ܥܒܕܝܢܢ ܠܗ ܕܓܠܐ ܘܡܠܬܗ ܠܝܬ ܠܘܬܢ ܀
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva