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Peshitta (NT) -
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|Colossenses 1:1|
ܦܘܠܘܤ ܫܠܝܚܐ ܕܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܒܨܒܝܢܗ ܕܐܠܗܐ ܘܛܝܡܬܐܘܤ ܐܚܐ ܀
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2
|Colossenses 1:2|
ܠܐܝܠܝܢ ܕܐܝܬ ܒܩܘܠܤܘܤ ܐܚܐ ܩܕܝܫܐ ܘܡܗܝܡܢܐ ܒܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܫܠܡܐ ܥܡܟܘܢ ܘܛܝܒܘܬܐ ܡܢ ܐܠܗܐ ܐܒܘܢ ܀
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3
|Colossenses 1:3|
ܡܘܕܝܢܢ ܠܐܠܗܐ ܐܒܘܗܝ ܕܡܪܢ ܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܒܟܠܙܒܢ ܘܡܨܠܝܢܢ ܥܠܝܟܘܢ ܀
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4
|Colossenses 1:4|
ܗܐ ܡܢ ܕܫܡܥܢ ܗܝܡܢܘܬܟܘܢ ܕܒܝܫܘܥ ܡܫܝܚܐ ܘܚܘܒܟܘܢ ܕܠܘܬ ܟܠܗܘܢ ܩܕܝܫܐ ܀
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5
|Colossenses 1:5|
ܡܛܠ ܤܒܪܐ ܗܘ ܕܢܛܝܪ ܠܟܘܢ ܒܫܡܝܐ ܗܘ ܕܡܢ ܩܕܝܡ ܫܡܥܬܘܢ ܒܡܠܬܐ ܕܩܘܫܬܐ ܕܤܒܪܬܐ ܀
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6
|Colossenses 1:6|
ܗܝ ܕܐܬܟܪܙܬ ܠܟܘܢ ܐܝܟ ܕܐܦ ܠܟܠܗ ܥܠܡܐ ܘܪܒܝܐ ܘܝܗܒܐ ܦܐܪܐ ܐܝܟܢܐ ܕܐܦ ܒܟܘܢ ܡܢ ܝܘܡܐ ܕܫܡܥܬܘܢ ܘܐܫܬܘܕܥܬܘܢ ܛܝܒܘܬܗ ܕܐܠܗܐ ܒܩܘܫܬܐ ܀
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7
|Colossenses 1:7|
ܐܝܟ ܡܐ ܕܝܠܦܬܘܢ ܡܢ ܐܦܦܪܐ ܟܢܬܢ ܚܒܝܒܐ ܕܗܘ ܐܝܬܘܗܝ ܚܠܦܝܟܘܢ ܡܫܡܫܢܐ ܡܗܝܡܢܐ ܕܡܫܝܚܐ ܀
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8
|Colossenses 1:8|
ܘܗܘ ܐܘܕܥܢ ܚܘܒܟܘܢ ܕܒܪܘܚܐ ܀
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9
|Colossenses 1:9|
ܡܛܠܗܢܐ ܐܦ ܚܢܢ ܡܢ ܝܘܡܐ ܕܫܡܥܢ ܠܐ ܫܠܝܢܢ ܠܡܨܠܝܘ ܥܠܝܟܘܢ ܘܠܡܫܐܠ ܕܬܬܡܠܘܢ ܝܕܥܬܐ ܕܨܒܝܢܗ ܕܐܠܗܐ ܒܟܠ ܚܟܡܐ ܘܒܟܠ ܤܘܟܠ ܕܪܘܚ ܀
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10
|Colossenses 1:10|
ܕܬܗܠܟܘܢ ܐܝܟ ܕܙܕܩ ܘܬܫܦܪܘܢ ܠܐܠܗܐ ܒܟܠ ܥܒܕܝܢ ܛܒܝܢ ܘܬܬܠܘܢ ܦܐܪܐ ܘܬܪܒܘܢ ܒܝܕܥܬܐ ܕܐܠܗܐ ܀
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva