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Peshitta (NT) -
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|3 João 1:1|
ܩܫܝܫܐ ܠܓܐܝܘܤ ܚܒܝܒ ܠܗܘ ܕܐܢܐ ܡܚܒ ܐܢܐ ܒܫܪܪܐ ܀
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2
|3 João 1:2|
ܚܒܝܒܢ ܒܟܠܡܕܡ ܡܨܠܐ ܐܢܐ ܥܠܝܟ ܕܬܨܠܚ ܘܬܗܘܐ ܚܠܝܡ ܐܝܟ ܡܐ ܕܡܨܠܚܐ ܢܦܫܟ ܀
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3
|3 João 1:3|
ܚܕܝܬ ܓܝܪ ܤܓܝ ܕܐܬܝܢ ܐܚܐ ܘܤܗܕܝܢ ܥܠ ܫܪܪܟ ܐܝܟ ܡܐ ܕܐܢܬ ܒܫܪܪܐ ܡܗܠܟ ܐܢܬ ܀
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4
|3 João 1:4|
ܕܪܒܐ ܡܢ ܗܕܐ ܚܕܘܬܐ ܠܝܬ ܠܝ ܕܐܫܡܥ ܕܒܢܝܐ ܕܝܠܝ ܒܫܪܪܐ ܡܗܠܟܝܢ ܀
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5
|3 João 1:5|
ܚܒܝܒܢ ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܥܒܕ ܐܢܬ ܗܘ ܡܐ ܕܤܥܪ ܐܢܬ ܠܘܬ ܐܚܐ ܘܝܬܝܪܐܝܬ ܕܐܝܬܝܗܘܢ ܐܟܤܢܝܐ ܀
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6
|3 João 1:6|
ܐܝܠܝܢ ܕܐܤܗܕܘ ܥܠ ܚܘܒܟ ܩܕܡ ܟܠܗ ܥܕܬܐ ܠܗܢܘܢ ܫܦܝܪ ܥܒܕ ܐܢܬ ܕܡܙܘܕ ܐܢܬ ܠܗܘܢ ܐܝܟ ܡܐ ܕܦܐܐ ܠܐܠܗܐ ܀
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7
|3 João 1:7|
ܚܠܦ ܓܝܪ ܫܡܗ ܢܦܩܘ ܟܕ ܡܕܡ ܠܐ ܢܤܒܘ ܡܢ ܥܡܡܐ ܀
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8
|3 João 1:8|
ܚܢܢ ܗܟܝܠ ܚܝܒܝܢܢ ܠܡܩܒܠܘ ܠܕܐܝܟ ܗܠܝܢ ܕܡܥܕܪܢܐ ܢܗܘܐ ܠܫܪܪܐ ܀
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9
|3 João 1:9|
ܒܥܐ ܗܘܝܬ ܐܟܬܘܒ ܠܥܕܬܐ ܐܠܐ ܗܘ ܕܪܚܡ ܕܢܗܘܐ ܩܕܡܝܐ ܕܝܠܗܘܢ ܕܝܘܛܪܦܝܤ ܠܐ ܡܩܒܠ ܠܢ ܀
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10
|3 João 1:10|
ܡܛܠ ܗܢܐ ܐܢ ܗܘ ܕܐܬܐ ܐܥܗܕ ܥܒܕܘܗܝ ܗܢܘܢ ܕܥܒܕ ܕܒܡܠܐ ܒܝܫܬܐ ܤܬܪ ܠܢ ܘܟܕ ܠܐ ܤܦܩ ܠܗ ܗܠܝܢ ܠܐ ܗܘ ܡܩܒܠ ܠܐܚܐ ܘܠܐܝܠܝܢ ܕܡܩܒܠܝܢ ܟܠܐ ܘܡܦܩ ܡܢ ܥܕܬܐ ܀
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Sugestões

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17 de fevereiro LAB 414
“LIDHERANÇA”
Números 17-19
No curso do programa “Vision R.E.A.L.”, deparei-me com a história que transcrevo abaixo, que foi contada por Roger L. Smalling.
“Westpoint, universidade de preparação dos oficiais do exército dos Estados Unidos, é conhecida por seu estrito código de honra. Ao responder a qualquer pergunta, os cadetes podem dar somente quatro respostas: - Sim, senhor; Não, senhor; Não sei, senhor; ou, Sem escusas, senhor. Apresentar escusas é praticamente um crime. Se uma pessoa sob a responsabilidade de um cadete cometer um erro, o cadete assume a culpa. Isso é para lhes ensinar a responsabilidade, a honra e, sobretudo, a integridade.
“Um destes cadetes graduados foi enviado ao Vietnã como tenente. Sua primeira missão foi na selva para supervisionar a construção de uma pista que já estava em construção. Um sargento era o responsável da obra. Desafortunadamente, o tenente não sabia nada sobre pistas, e perguntou ao sargento:
- Tem certeza de que a direção desta pista é a correta?
O sargento lhe garantiu que sim. Então o tenente disse:
- Bem, confiarei no seu critério, continuem.
“Uma hora e meia depois, um coronel que era um perito em pistas chegou e gritou:
- Quem foi o idiota que ordenou construir esta pista desta forma?
O tenente por pouco disse:
- Este sargento aqui, disse que sabia... - Mas suas palavras foram:
- Eu, senhor.
O coronel olhou para o tenente e perguntou:
- Por que deu essa ordem?
- Sem escusas, senhor! - o tenente respondeu:
Nesse momento, o sargento se aproximou com sua mão levantada pedindo permissão para falar. O coronel aparentemente deduziu o que havia passado e perguntou ao tenente:
- Você vem de Westpoint, não é verdade?
- Sim, senhor - o tenente respondeu.
-Bem, nesse caso, foi um erro íntegro – disse o coronel, olhando para o sargento e o tenente.
“Mais tarde o coronel convidou ao tenente para unir-se à sua equipe de comando. Isto representava uma promoção importante.”
Depois que você leu essa história, reflita: Você aprendeu alguma lição de moral, conseguiu extrair algum princípio desta história para a vida? Creio que sua resposta seja um “sim”. Logo, tenho outra pergunta: As lições que você encontrou nessa história são sobre que assunto? Se sua resposta é: “Liderança”, então pensamos de forma parecida. Na realidade, essa história está na página treze do manual para professores, “Liderança Cristã”, traduzido por Francisco Moura da Silva.
Agora, se de uma pequena história assim, tão comum, foi-lhe possível tirar boas lições, imagine então, o que seria, de uma história escrita por Deus? Saiba que a leitura de hoje apresenta histórias que nos ensinam preciosas lições sobre liderança.
Aproveite-as!
Valdeci Júnior
Fátima Silva