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Peshitta (NT) -
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|3 João 1:1|
ܩܫܝܫܐ ܠܓܐܝܘܤ ܚܒܝܒ ܠܗܘ ܕܐܢܐ ܡܚܒ ܐܢܐ ܒܫܪܪܐ ܀
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2
|3 João 1:2|
ܚܒܝܒܢ ܒܟܠܡܕܡ ܡܨܠܐ ܐܢܐ ܥܠܝܟ ܕܬܨܠܚ ܘܬܗܘܐ ܚܠܝܡ ܐܝܟ ܡܐ ܕܡܨܠܚܐ ܢܦܫܟ ܀
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3
|3 João 1:3|
ܚܕܝܬ ܓܝܪ ܤܓܝ ܕܐܬܝܢ ܐܚܐ ܘܤܗܕܝܢ ܥܠ ܫܪܪܟ ܐܝܟ ܡܐ ܕܐܢܬ ܒܫܪܪܐ ܡܗܠܟ ܐܢܬ ܀
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4
|3 João 1:4|
ܕܪܒܐ ܡܢ ܗܕܐ ܚܕܘܬܐ ܠܝܬ ܠܝ ܕܐܫܡܥ ܕܒܢܝܐ ܕܝܠܝ ܒܫܪܪܐ ܡܗܠܟܝܢ ܀
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5
|3 João 1:5|
ܚܒܝܒܢ ܒܗܝܡܢܘܬܐ ܥܒܕ ܐܢܬ ܗܘ ܡܐ ܕܤܥܪ ܐܢܬ ܠܘܬ ܐܚܐ ܘܝܬܝܪܐܝܬ ܕܐܝܬܝܗܘܢ ܐܟܤܢܝܐ ܀
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6
|3 João 1:6|
ܐܝܠܝܢ ܕܐܤܗܕܘ ܥܠ ܚܘܒܟ ܩܕܡ ܟܠܗ ܥܕܬܐ ܠܗܢܘܢ ܫܦܝܪ ܥܒܕ ܐܢܬ ܕܡܙܘܕ ܐܢܬ ܠܗܘܢ ܐܝܟ ܡܐ ܕܦܐܐ ܠܐܠܗܐ ܀
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7
|3 João 1:7|
ܚܠܦ ܓܝܪ ܫܡܗ ܢܦܩܘ ܟܕ ܡܕܡ ܠܐ ܢܤܒܘ ܡܢ ܥܡܡܐ ܀
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8
|3 João 1:8|
ܚܢܢ ܗܟܝܠ ܚܝܒܝܢܢ ܠܡܩܒܠܘ ܠܕܐܝܟ ܗܠܝܢ ܕܡܥܕܪܢܐ ܢܗܘܐ ܠܫܪܪܐ ܀
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9
|3 João 1:9|
ܒܥܐ ܗܘܝܬ ܐܟܬܘܒ ܠܥܕܬܐ ܐܠܐ ܗܘ ܕܪܚܡ ܕܢܗܘܐ ܩܕܡܝܐ ܕܝܠܗܘܢ ܕܝܘܛܪܦܝܤ ܠܐ ܡܩܒܠ ܠܢ ܀
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10
|3 João 1:10|
ܡܛܠ ܗܢܐ ܐܢ ܗܘ ܕܐܬܐ ܐܥܗܕ ܥܒܕܘܗܝ ܗܢܘܢ ܕܥܒܕ ܕܒܡܠܐ ܒܝܫܬܐ ܤܬܪ ܠܢ ܘܟܕ ܠܐ ܤܦܩ ܠܗ ܗܠܝܢ ܠܐ ܗܘ ܡܩܒܠ ܠܐܚܐ ܘܠܐܝܠܝܢ ܕܡܩܒܠܝܢ ܟܠܐ ܘܡܦܩ ܡܢ ܥܕܬܐ ܀
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Sugestões

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03 de janeiro LAB 369
RAÇAS HUMANAS
Gênesis 08-11
A leitura de hoje está ótima. Portanto, comentarei somente a parte menos atrativa, que é sobre a origem dos povos. Não temos todas as informações necessárias sobre as origens das raças, mas sabemos que “de um só [Adão] fez ele [Deus] todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar” (Atos 17:26). No entanto, veio uma catástrofe conhecida pela geologia, a qual a Bíblia chama de Dilúvio, onde apenas oito pessoas sobreviveram (2Pedro 2:5). Assim, apenas os três filhos de Noé passaram a ser os ancestrais de toda raça humana que viria dali para frente.
As características de um indivíduo são determinadas por fatores hereditários, ambientais, alimentares. Em Cantares de Salomão 1:5 e 6, há um exemplo da influência dos fatores ambientais. Na carga genética de cada pessoa, Deus colocou inúmeras possibilidades de variação: na estatura, na cor dos olhos, na cor da pele, na aparência física, etc. As novas raças de cães que surgem por cruzamentos induzidos é uma prova da possibilidade dentro dessa micro-evolução, que acontece sempre dentro da mesma espécie. Logo, na medida em que passaram a existir cruzamentos humanos e separação por áreas geográficas, com suas variações climáticas e alimentares, as diversas raças foram sendo apuradas e identificadas até chegarmos ao estado atual. Os cientistas criacionistas concordam que, dependendo das condições alimentares e climáticas que certas civilizações experimentaram, houve uma adaptação de cor e forma física para haver melhores chances de sobrevivência.
“As raças podem se diferenciar quando pequenos grupos são isolados. Além da distância, a linguagem é provavelmente o maior fator de isolamento. Quando as linguagens foram confundidas em Babel, provavelmente pequenos grupos se dispersaram para vários lugares, produzindo grupos isolados que se diferenciaram em raças distintas. Alguns aspectos raciais podem ser o resultado do fato de que certas características fisiológicas são vantajosas em determinados ambientes. A cor da pele é um exemplo. A luz solar é necessária para produzir vitamina D. Luz solar em excesso aumenta o risco de câncer de pele. A melanina protege os que vivem em climas tropicais do câncer da pele causado por excesso de luz solar. Isso explica porque pessoas que vivem nos trópicos têm tipicamente pele mais escura. Pessoas que vivem em latitudes mais altas não necessitam de muita proteção contra o sol e têm pele mais clara. A pele escura pode ser desvantajosa em latitudes altas se a quantidade de luz solar for apenas suficiente para a produção de vitamina D” (Sociedade Criacionista Brasileira, www.scb.org.br - Perguntas Freqüentes, Fósseis Humanos).
Independentemente de qualquer raça, lembre-se: você é filho de Deus!
Valdeci Júnior
Fátima Silva