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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Tagalog - Ang Dating Biblia (1905) -
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|2 Crônicas 36:2|
Si Joachaz ay may dalawang pu't tatlong taon nang siya'y magpasimulang maghari; at siya'y nagharing tatlong buwan sa Jerusalem.
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3
|2 Crônicas 36:3|
At inalis siya sa Jerusalem ng hari sa Egipto, at pinabuwis ang lupain ng isang daang talentong pilak at ng isang talentong ginto.
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4
|2 Crônicas 36:4|
At inihalal na hari sa Juda at sa Jerusalem ng hari sa Egipto si Eliacim na kaniyang kapatid, at pinalitan ang kaniyang pangalan ng Joacim. At kinuha ni Nechao si Joachaz na kaniyang kapatid, at dinala niya siya sa Egipto.
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5
|2 Crônicas 36:5|
Si Joacim ay may dalawang pu't limang taon nang siya'y magpasimulang maghari; at siya'y nagharing labing isang taon, sa Jerusalem: at siya'y gumawa ng masama sa paningin ng Panginoon niyang Dios.
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6
|2 Crônicas 36:6|
Laban sa kaniya ay umahon si Nabucodonosor na hari sa Babilonia, at tinanikalaan siya, upang dalhin siya sa Babilonia.
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7
|2 Crônicas 36:7|
Si Nabucodonosor ay nagdala naman ng mga sisidlan ng bahay ng Panginoon sa Babilonia, at inilagay sa kaniyang templo sa Babilonia.
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8
|2 Crônicas 36:8|
Ang iba nga sa mga gawa ni Joacim, at ang kaniyang mga karumaldumal na kaniyang ginawa, at ang nasumpungan sa kaniya, narito, nangasusulat sa aklat ng mga hari sa Israel at Juda: at si Joachin, na kaniyang anak ay naghari na kahalili niya.
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9
|2 Crônicas 36:9|
Si Joachin ay may walong taong gulang nang siya'y magpasimulang maghari: at siya'y nagharing tatlong buwan at sangpung araw sa Jerusalem: at siya'y gumawa ng masama sa paningin ng Panginoon.
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10
|2 Crônicas 36:10|
At sa pagpihit ng taon, si Nabucodonosor ay nagsugo, at dinala siya sa Babilonia, pati ng mga mainam na sisidlan ng bahay ng Panginoon at ginawang hari si Zedecias na kaniyang kapatid sa Juda at Jerusalem.
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11
|2 Crônicas 36:11|
Si Zedecias ay may dalawang pu't isang taong gulang nang siya'y magpasimulang maghari; at siya'y nagharing labing isang taon sa Jerusalem:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva