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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|1 Crônicas 14:1|
And Hiram, king of Tyre, sent men to David with cedar-trees, and stoneworkers and woodworkers for the building of his house.
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2
|1 Crônicas 14:2|
And David saw that the Lord had made his position safe as king over Israel, lifting up his kingdom on high because of his people Israel.
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3
|1 Crônicas 14:3|
And while he was living in Jerusalem, David took more wives and became the father of more sons and daughters.
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4
|1 Crônicas 14:4|
These are the names of the children he had in Jerusalem: Shammua and Shobab, Nathan and Solomon
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5
|1 Crônicas 14:5|
And Ibhar and Elishua and Elpelet
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6
|1 Crônicas 14:6|
And Nogah and Nepheg and Japhia
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7
|1 Crônicas 14:7|
And Elishama and Beeliada and Eliphelet.
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8
|1 Crônicas 14:8|
And when the Philistines had news that David had been made king over all Israel, they went up in search of David, and David, hearing of it, went out against them.
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9
|1 Crônicas 14:9|
Now the Philistines had come, and had gone out in every direction in the valley of Rephaim.
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10
|1 Crônicas 14:10|
And David, desiring directions from God, said, Am I to go up against the Philistines? and will you give them into my hands? And the Lord said, Go up; for I will give them into your hands.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva