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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|1 Crônicas 15:1|
And David made houses for himself in the town of David; and he got ready a place for the ark of God, and put up a tent for it.
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2
|1 Crônicas 15:2|
Then David said, The ark of God may not be moved by any but the Levites, for they have been marked out by God to take the ark of God, and to do his work for ever.
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3
|1 Crônicas 15:3|
And David made all Israel come together at Jerusalem, to take the ark of the Lord to its place, which he had got ready for it.
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4
|1 Crônicas 15:4|
And David got together the sons of Aaron, and the Levites;
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5
|1 Crônicas 15:5|
Of the sons of Kohath: Uriel the chief, and his brothers, a hundred and twenty;
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6
|1 Crônicas 15:6|
Of the sons of Merari: Asaiah the chief, and his brothers, two hundred and twenty;
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7
|1 Crônicas 15:7|
Of the sons of Gershom: Joel the chief, and his brothers, a hundred and thirty;
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8
|1 Crônicas 15:8|
Of the sons of Elizaphan: Shemaiah the chief, and his brothers, two hundred;
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9
|1 Crônicas 15:9|
Of the sons of Hebron: Eliel the chief, and his brothers, eighty;
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10
|1 Crônicas 15:10|
Of the sons of Uzziel: Amminadab the chief, and his brothers, a hundred and twelve.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva