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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|1 Reis 6:1|
In the four hundred and eightieth year after the children of Israel came out of the land of Egypt, in the fourth year that Solomon was king of Israel, in the month Ziv, which is the second month, the building of the Lord's house was started.
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2
|1 Reis 6:2|
The house which Solomon made for the Lord was sixty cubits long, twenty cubits wide and thirty cubits high.
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3
|1 Reis 6:3|
The covered way before the Temple of the house was twenty cubits long, as wide as the house, and ten cubits wide in front of the house.
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4
|1 Reis 6:4|
And for the house he made windows, with network across.
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5
|1 Reis 6:5|
And against the walls all round, and against the walls of the Temple and of the inmost room, he put up wings, with side rooms all round:
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6
|1 Reis 6:6|
The lowest line of them being five cubits wide, the middle six cubits wide and the third seven cubits; for there was a space all round the outside walls of the house so that the boards supporting the rooms did not have to be fixed in the walls of the house.
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7
|1 Reis 6:7|
(And the stones used in the building of the house were squared at the place where they were cut out; there was no sound of hammer or axe or any iron instrument while they were building the house.)
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8
|1 Reis 6:8|
The door to the lowest side rooms was in the right side of the house; and they went up by twisting steps into the middle rooms, and from the middle into the third.
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9
|1 Reis 6:9|
So he put up the house and made it complete, roofing it with boards of cedar-wood.
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10
|1 Reis 6:10|
And he put up the line of side rooms against the walls of the house, fifteen cubits high, resting against the house on boards of cedar-wood.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva