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Basic English Bible -
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4
|Cantares 2:4|
He took me to the house of wine, and his flag over me was love.
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5
|Cantares 2:5|
Make me strong with wine-cakes, let me be comforted with apples; I am overcome with love.
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6
|Cantares 2:6|
His left hand is under my head, and his right hand is round about me.
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7
|Cantares 2:7|
I say to you, O daughters of Jerusalem, by the roes of the field, do not let love be moved till it is ready.
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8
|Cantares 2:8|
The voice of my loved one! See, he comes dancing on the mountains, stepping quickly on the hills.
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9
|Cantares 2:9|
My loved one is like a roe; see, he is on the other side of our wall, he is looking in at the windows, letting himself be seen through the spaces.
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10
|Cantares 2:10|
My loved one said to me, Get up, my love, my fair one, and come away.
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11
|Cantares 2:11|
For, see, the winter is past, the rain is over and gone;
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12
|Cantares 2:12|
The flowers are come on the earth; the time of cutting the vines is come, and the voice of the dove is sounding in our land;
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13
|Cantares 2:13|
The fig-tree puts out her green fruit and the vines with their young fruit give a good smell. Get up from your bed, my beautiful one, and come away.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva