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Basic English Bible -
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4
|Cantares 6:4|
You are beautiful, O my love, as Tirzah, as fair as Jerusalem; you are to be feared like an army with flags.
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5
|Cantares 6:5|
Let your eyes be turned away from me; see, they have overcome me; your hair is as a flock of goats which take their rest on the side of Gilead.
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6
|Cantares 6:6|
Your teeth are like a flock of sheep which come up from the washing; every one has two lambs, and there is not one without young.
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7
|Cantares 6:7|
Like pomegranate fruit are the sides of your head under your veil.
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8
|Cantares 6:8|
There are sixty queens, and eighty servant-wives, and young girls without number.
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9
|Cantares 6:9|
My dove, my very beautiful one, is but one; she is the only one of her mother, she is the dearest one of her who gave her birth. The daughters saw her, and gave her a blessing; yes, the queens and the servant-wives, and they gave her praises.
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10
|Cantares 6:10|
Who is she, looking down as the morning light, fair as the moon, clear as the sun, who is to be feared like an army with flags?
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11
|Cantares 6:11|
I went down into the garden of nuts to see the green plants of the valley, and to see if the vine was in bud, and the pomegranate-trees were in flower.
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12
|Cantares 6:12|
Before I was conscious of it, ...
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13
|Cantares 6:13|
Come back, come back, O Shulammite; come back, come back, so that our eyes may see you. What will you see in the Shulammite? A sword-dance.
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Sugestões

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02 de junho LAB 519
NÃO CAIA NA ARMADILHA
JÓ 03-05
Se você está em dia com sua leitura da Bíblia, está acompanhando um verdadeiro drama. Por um lado, é uma leitura gostosa de fazer, já que se trata de um conto curioso. Mas existem pessoas que desanimam a ler esse livro por diversas razões: há diálogos que trazem argumentos longamente repetitivos; pelo fato de que o livro é grande; por, às vezes, achar, enganadamente, que não se trataria de uma história real; e por outros equívocos mais desse tipo. Então, para você não cair nessa armadilha, quero apresentar um ponto de vista do teólogo Gerald Wheeler.
Wheeler comenta que esse livro tem deixado muitos leitores perplexos durante milhares de anos. O problema é que a maioria das pessoas folheia o começo e o fim do livro e faz uma conclusão de que Satanás é o responsável de todos os sofrimentos humanos e pronto. A realidade é que poucos se atrevem a cavar os mistérios mais profundos e a mensagem vital que estão contidos no restante do livro.
Perceba que o livro de Jó não se preocupa tanto em mostrar quem ou o que causa o sofrimento. Uma preocupação maior que essa é mostrar a forma como as pessoas reagem diante da provação. Vemos Jó lutando para entender como é possível que Deus inflija esse tipo de sofrimento para Seus servos fiéis. Os argumentos dos amigos de Jó são a parte mais patética da história, já que se esforçam para “preservar a fé”, mesmo que isso custasse o sacrifício das boas relações de amizade entre eles. De uma maneira geral, observa-se que os amigos de Jó parecem acreditar que Deus recompensa os justos e castiga os maus. E é engraçado que quando o mundo parece não se encaixar no padrão simplório que esses personagens pensam sobre a vida e a defendem, a posição teológica de cada um começa a titubear, mas parecem ficar desesperados para fazer qualquer coisa para conservar a opinião própria deles, mesmo que isso signifique destruir os outros.
É aí que vem o pé de guerra do livro de Jó. De um lado, Jó põe a responsabilidade do mal que está devastando sua vida nas costas de Deus. Os amigos, por outro lado, garantem que ele é um pecador. Aí Jó se ira contra Deus. Diante disso, seus amigos o pressionam, procurando seu “pecado oculto”, a suposta causa do sofrimento dele. Nesse diálogo, o eco que podemos ouvir é o das incompreensões teológicas de todos os tempos que, ironicamente, fazem muitos se desentenderem.
Mas enquanto o pecado e o sofrimento reinam neste mundo, deixe que o livro de Jó fale ao seu coração!
Valdeci Júnior
Fátima Silva