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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Basic English Bible -
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1
|Ezequiel 40:1|
In the twenty-fifth year after we had been taken away prisoners, in the first month of the year, on the tenth day of the month, in the fourteenth year after the town was taken, on the very same day, the hand of the Lord was on me, and he took me there.
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2
|Ezequiel 40:2|
In the visions of God he took me into the land of Israel, and put me down on a very high mountain, on which there was, as it seemed, a building like a town opposite me.
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3
|Ezequiel 40:3|
He took me there, and I saw a man, looking like brass, with a linen cord in his hand and a measuring rod: and he was stationed in the doorway.
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4
|Ezequiel 40:4|
And the man said to me, Son of man, see with your eyes and give hearing with your ears, and take to heart everything I am going to let you see; for in order that I might let you see them, you have come here: and give an account of all you see to the children of Israel.
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5
|Ezequiel 40:5|
And there was a wall on the outside of the house all round, and in the man's hand there was a measuring rod six cubits long by a cubit and a hand's measure: so he took the measure of the building from side to side, one rod; and from base to top, one rod.
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6
|Ezequiel 40:6|
Then he came to the doorway looking to the east, and went up by its steps; and he took the measure of the doorstep, one rod wide.
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7
|Ezequiel 40:7|
And the watchmen's rooms were one rod long and one rod wide; and the space between the rooms was five cubits; the doorstep of the doorway, by the covered way of the doorway inside, was one rod.
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8
|Ezequiel 40:8|
And he took the measure of the covered way of the doorway inside,
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9
|Ezequiel 40:9|
Eight cubits; and its uprights, two cubits; the covered way of the doorway was inside.
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10
|Ezequiel 40:10|
And the rooms of the doorway on the east were three on this side and three on that; all three were of the same size; and the uprights on this side and on that were of the same size.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva