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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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עברית מודרנית -
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1
|2 Crônicas 35:1|
ויעש יאשיהו בירושלם פסח ליהוה וישחטו הפסח בארבעה עשר לחדש הראשון׃
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2
|2 Crônicas 35:2|
ויעמד הכהנים על משמרותם ויחזקם לעבודת בית יהוה׃
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3
|2 Crônicas 35:3|
ויאמר ללוים המבונים לכל ישראל הקדושים ליהוה תנו את ארון הקדש בבית אשר בנה שלמה בן דויד מלך ישראל אין לכם משא בכתף עתה עבדו את יהוה אלהיכם ואת עמו ישראל׃
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4
|2 Crônicas 35:4|
והכונו לבית אבותיכם כמחלקותיכם בכתב דויד מלך ישראל ובמכתב שלמה בנו׃
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5
|2 Crônicas 35:5|
ועמדו בקדש לפלגות בית האבות לאחיכם בני העם וחלקת בית אב ללוים׃
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6
|2 Crônicas 35:6|
ושחטו הפסח והתקדשו והכינו לאחיכם לעשות כדבר יהוה ביד משה׃
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7
|2 Crônicas 35:7|
וירם יאשיהו לבני העם צאן כבשים ובני עזים הכל לפסחים לכל הנמצא למספר שלשים אלף ובקר שלשת אלפים אלה מרכוש המלך׃
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8
|2 Crônicas 35:8|
ושריו לנדבה לעם לכהנים וללוים הרימו חלקיה וזכריהו ויחיאל נגידי בית האלהים לכהנים נתנו לפסחים אלפים ושש מאות ובקר שלש מאות׃
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9
|2 Crônicas 35:9|
וכונניהו ושמעיהו ונתנאל אחיו וחשביהו ויעיאל ויוזבד שרי הלוים הרימו ללוים לפסחים חמשת אלפים ובקר חמש מאות׃
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10
|2 Crônicas 35:10|
ותכון העבודה ויעמדו הכהנים על עמדם והלוים על מחלקותם כמצות המלך׃
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva