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Cornilescu -
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1
|Cantares 6:1|
Unde s'a dus iubitul tău, cea mai frumoasă dintre femei? Încotro a apucat iubitul tău, ca să -l căutăm şi noi împreună cu tine? -
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2
|Cantares 6:2|
Iubitul meu s'a pogorît la grădina lui, la stratul de mirezme, ca să-şi pască turma în grădini, şi să culeagă crini.
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3
|Cantares 6:3|
Eu sînt a iubitului meu şi iubitul meu este al meu; el îşi paşte turma între crini. -
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4
|Cantares 6:4|
Frumoasă eşti, iubito, ca Tirţa, plăcută ca Ierusalimul, dar cumplită ca nişte oşti supt steagurile lor.
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5
|Cantares 6:5|
Întoarce-ţi ochii dela mine, căci mă turbură. Perii tăi sînt ca o turmă de capre, cari poposesc pe coama Galaadului.
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6
|Cantares 6:6|
Dinţii tăi sînt ca o turmă de oi, cari ies din scăldătoare, toate cu gemeni, şi niciuna din ele nu este stearpă.
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7
|Cantares 6:7|
Obrazul tău este ca o jumătate de rodie, supt măhrama ta...
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8
|Cantares 6:8|
Am şasezeci de împărătese, optzeci de ţiitoare, şi fete fără număr,
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9
|Cantares 6:9|
dar numai una singură este porumbiţa mea, neprihănita mea; ea este singură la mamă-sa, cea mai aleasă a celei ce a născut -o. Fetele o văd, şi o numesc fericită; împărătesele şi ţiitoarele de asemenea o laudă. -
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10
|Cantares 6:10|
,,Cine este aceea care se iveşte ca zorile, frumoasă ca luna, curată ca soarele, dar cumplită ca nişte oşti supt steagurile lor?`` -
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva