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Cornilescu -
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1
|Eclesiastes 6:1|
Este un rău, pe care l-am văzut supt soare, şi care se întîlneşte des între oameni.
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2
|Eclesiastes 6:2|
Este, de pildă, un om căruia i -a dat Dumnezeu avere, bogăţii, şi slavă, aşa că nu -i lipseşte nimic din ce -i doreşte sufletul; dar Dumnezeu nu -l lasă să se bucure de ele, ci un străin se bucură de ele: aceasta este o deşertăciune şi un rău mare.
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3
|Eclesiastes 6:3|
Chiar dacă un om ar avea o sută de copii, şi ar trăi mulţi ani, -oricît de mult i s'ar mări numărul zilelor anilor lui, dar dacă nu i se satură sufletul de bunătăţile agonisite de el, şi dacă nici de înmormîntare n'are parte, eu zic că o stărpitură este mai fericită decît el.
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4
|Eclesiastes 6:4|
Căci aceasta din urmă piere odată cu venirea ei, se duce în întunerec, şi numele îi rămîne acoperit cu întunerec;
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5
|Eclesiastes 6:5|
n'a văzut, nici n'a cunoscut soarele; şi de aceea este mai bine de ea decît de omul acela.
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6
|Eclesiastes 6:6|
Şi de ar trăi chiar de două ori o mie de ani un astfel de om, fără să se bucure de fericire, nu merg toate la un loc?
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7
|Eclesiastes 6:7|
Toată truda omului este pentru gura lui, şi totuş poftele nu i se împlinesc niciodată.
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8
|Eclesiastes 6:8|
Căci ce are înţeleptul mai mult decît nebunul? Ce folos are nenorocitul care ştie să se poarte înaintea celor vii?
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9
|Eclesiastes 6:9|
Mai bine ce vezi cu ochii decît frămîntare de pofte neîmplinite: şi aceasta este o deşertăciune şi goană după vînt.
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10
|Eclesiastes 6:10|
Ce este omul, se cunoaşte după numele care i s'a dat de mult: se ştie că este din pămînt, şi nu poate să se judece cu celce este mai tare decît el.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva