-
-
Cornilescu -
-
1
|Eclesiastes 8:1|
Cine este ca cel înţelept, şi cine pricepe rostul lucrurilor? Înţelepciunea omului îi luminează faţa, şi asprimea feţei i se schimbă.
-
2
|Eclesiastes 8:2|
Eu îţi spun: ,,Păzeşte poruncile împăratului, din pricina jurămîntului, făcut înaintea lui Dumnezeu.
-
3
|Eclesiastes 8:3|
Nu te grăbi să pleci dinaintea lui, şi nu stărui într'un lucru rău: căci el poate face tot ce vrea,
-
4
|Eclesiastes 8:4|
pentrucă vorba împăratului are putere. Cine poate zice: ,,Ce faci?``
-
5
|Eclesiastes 8:5|
Pe cine păzeşte porunca, nu -l va atinge nici o nenorocire, dar inima înţeleptului cunoaşte şi vremea şi judecata.
-
6
|Eclesiastes 8:6|
Căci pentru orice lucru este o vreme şi o judecată şi nenorocirea paşte pe om.
-
7
|Eclesiastes 8:7|
Dar el nu ştie ce şi cum se va întîmpla, căci n'are nici cine -i spune.
-
8
|Eclesiastes 8:8|
Omul nu este stăpîn pe suflarea lui ca s'o poată opri, şi n'are nicio putere peste ziua morţii; în lupta aceasta nu este izbăvire, şi răutatea nu poate scăpa pe cei răi.
-
9
|Eclesiastes 8:9|
Toate acestea le-am văzut, şi mi-am îndreptat inima spre tot ce se face supt soare. Este o vreme cînd un om stăpîneşte peste alt om, ca să -l facă nenorocit.
-
10
|Eclesiastes 8:10|
Atunci am văzut pe cei răi îngropaţi şi ducîndu-se la odihna lor, iar pe ceice lucraseră cu neprihănire depărtîndu-se de locul sfînt şi uitaţi în cetate. Şi aceasta este o deşertăciune!
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva