-
-
Cornilescu -
-
13
|Eclesiastes 2:13|
Şi am văzut, că înţelepciunea este cu atît mai de folos de cît nebunia, cu cît este mai de folos lumina de cît întunerecul;
-
14
|Eclesiastes 2:14|
înţeleptul îşi are ochii în cap, iar nebunul umblă în întunerec. Dar am băgat de seamă că şi unul şi altul au aceeaş soartă.
-
15
|Eclesiastes 2:15|
Şi am zis în inima mea: ,,Dacă şi eu voi avea aceeaş soartă ca nebunul, atunci pentru ce am fost mai înţelept?`` Şi am zis în inima mea: ,,Şi aceasta este o deşertăciune.``
-
16
|Eclesiastes 2:16|
Căci pomenirea înţeleptului nu este mai vecinică de cît a nebunului: chiar în zilele următoare totul este uitat. Şi apoi şi înţeleptul moare, şi nebunul!
-
17
|Eclesiastes 2:17|
Atunci am urît viaţa căci nu mi -a plăcut ce se face supt soare: totul este deşertăciune şi goană după vînt.
-
18
|Eclesiastes 2:18|
Mi-am urît pînă şi toată munca pe care am făcut -o supt soare, muncă pe care o las omului care vine după mine, ca să se bucure de ea.
-
19
|Eclesiastes 2:19|
Şi cine ştie dacă va fi înţelept sau nebun? Şi totuş el va fi stăpîn pe toată munca mea, pe care am agonisit -o cu trudă şi înţelepciune supt soare. Şi aceasta este o deşertăciune.
-
20
|Eclesiastes 2:20|
Am ajuns pînă acolo că m'a apucat o mare desnădejde de toată munca pe care am făcut -o supt soare.
-
21
|Eclesiastes 2:21|
Căci este cîte un om care a muncit cu înţelepciune, cu pricepere şi cu izbîndă, şi lasă rodul muncii lui unui om care nu s'a ostenit deloc cu ea. Şi aceasta este o deşertăciune şi un mare rău.
-
22
|Eclesiastes 2:22|
Căci, drept vorbind, ce folos are omul din toată munca lui şi din toată străduinţa inimii lui, cu care se trudeşte supt soare?
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva