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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|2 Samuel 13:1|
Et après cela, Absalom, fils de David, ayant une soeur, nommée Tamar, qui était belle, il arriva qu'Amnon, fils de David, l'aima.
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2
|2 Samuel 13:2|
Et Amnon fut tourmenté jusqu'à en tomber malade, à cause de Tamar, sa soeur; car elle était vierge, et il était trop difficile aux yeux d'Ammon de lui faire quoi que ce fût.
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3
|2 Samuel 13:3|
Et Amnon avait un ami, nommé Jonadab, fils de Shimha, frère de David; et Jonadab était un homme très-habile.
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4
|2 Samuel 13:4|
Et il lui dit: Pourquoi maigris-tu ainsi d'un matin à l'autre, toi, fils du roi? Ne me le déclareras-tu pas? Et Amnon lui dit: J'aime Tamar, soeur d'Absalom mon frère.
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5
|2 Samuel 13:5|
Et Jonadab lui dit: Couche-toi sur ton lit et fais le malade; et ton père viendra te voir, et tu lui diras: Je te prie, que Tamar, ma soeur, vienne et qu'elle me donne à manger du pain, et qu'elle apprête devant mes yeux un mets, afin que je la voie, et que je le mange de sa main.
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6
|2 Samuel 13:6|
Et Amnon se coucha et fit le malade; et le roi vint le voir, et Amnon dit au roi: Je te prie, que Tamar, ma soeur, vienne et prépare sous mes yeux deux beignets, et que je les mange de sa main.
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7
|2 Samuel 13:7|
Et David envoya vers Tamar dans la maison, disant: Va, je te prie, dans la maison d'Ammon, ton frère, et apprête-lui un mets.
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8
|2 Samuel 13:8|
Et Tamar alla dans la maison d'Ammon, son frère, et il était couché; et elle prit de la pâte et la pétrit, et prépara sous ses yeux des beignets, et elle cuisit les beignets.
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9
|2 Samuel 13:9|
Et elle prit la poêle et les versa devant lui; et il refusa de manger. Et Amnon dit: Faites sortir tout homme d'auprès de moi. Et tout homme sortit d'auprès de lui.
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10
|2 Samuel 13:10|
Et Amnon dit à Tamar: Apporte le mets dans la chambre intérieure, et je mangerai de ta main. Et Tamar prit les beignets qu'elle avait préparés, et les apporta à Ammon, son frère, dans la chambre.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva