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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Apocalipse 10:1|
Et je vis un autre ange puissant descendant du ciel, revêtu d'une nuée, et l'arc-en-ciel sur sa tête, et son visage comme le soleil, et ses pieds comme des colonnes de feu;
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2
|Apocalipse 10:2|
et il avait dans sa main un petit livre ouvert. Et il mit son pied droit sur la mer et le gauche sur la terre;
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3
|Apocalipse 10:3|
et il cria à haute voix, comme un lion rugit; et quand il cria, les sept tonnerres firent entendre leurs propres voix.
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4
|Apocalipse 10:4|
Et quand les sept tonnerres eurent parlé, j'allais écrire; et j'ouïs une voix venant du ciel, disant: Scelle les choses que les sept tonnerres ont prononcées et ne les écris pas.
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5
|Apocalipse 10:5|
Et l'ange que j'avais vu se tenir sur la mer et sur la terre, leva sa main droite vers le ciel,
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6
|Apocalipse 10:6|
et jura par celui qui vit aux siècles des siècles, lequel a créé le ciel et les choses qui y sont, et la terre et les choses qui y sont, et la mer et les choses qui y sont, qu'il n'y aurait plus de délai,
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7
|Apocalipse 10:7|
mais qu'aux jours de la voix du septième ange, quand il sera sur le point de sonner de la trompette, le mystère de Dieu aussi sera terminé, comme il en a annoncé la bonne nouvelle à ses esclaves les prophètes.
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8
|Apocalipse 10:8|
Et la voix que j'avais ouïe du ciel me parla de nouveau et dit: Va, prends le petit livre qui est ouvert dans la main de l'ange qui se tient sur la mer et sur la terre.
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9
|Apocalipse 10:9|
Et je m'en allai vers l'ange, lui disant de me donner le petit livre. Et il me dit: Prends-le et dévore-le; et il remplira ton ventre d'amertume, mais dans ta bouche il sera doux comme du miel.
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10
|Apocalipse 10:10|
Et je pris le petit livre de la main de l'ange, et je le dévorai; et il fut dans ma bouche doux comme du miel; et quand je l'eus dévoré, mon ventre fut rempli d'amertume.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva