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Darby -
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21
|Daniel 4:21|
et dont le feuillage était beau et le fruit abondant, et qui avait de la nourriture pour tous, sous lequel habitaient les bêtes des champs, et dans les branches duquel demeuraient les oiseaux des cieux:
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22
|Daniel 4:22|
c'est toi, ô roi, qui t'es agrandi et es devenu puissant; et ta grandeur s'est accrue et atteint jusqu'aux cieux, et ta domination, jusqu'au bout de la terre.
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23
|Daniel 4:23|
Et quant à ce que le roi a vu un veillant, un saint, descendre des cieux et dire: Abattez l'arbre et détruisez-le; toutefois laissez dans la terre le tronc de ses racines, avec un lien de fer et d'airain autour de lui, dans l'herbe des champs, et qu'il soit baigné de la rosée des cieux, et qu'il ait sa part avec les bêtes des champs jusqu'à ce que sept temps passent sur lui,
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24
|Daniel 4:24|
-c'est ici l'interprétation, ô roi, et la décision du Très-haut, ce qui va arriver au roi, mon seigneur:
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25
|Daniel 4:25|
On te chassera du milieu des hommes, et ta demeure sera avec les bêtes des champs, et on te fera manger l'herbe comme les boeufs, et tu seras baigné de la rosée des cieux, et sept temps passeront sur toi, jusqu'à ce que tu connaisses que le Très-haut domine sur le royaume des hommes, et qu'il le donne à qui il veut.
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26
|Daniel 4:26|
Et quant à ce qu'on a dit de laisser le tronc des racines de l'arbre, ton royaume te demeurera, quand tu auras connu que les cieux dominent.
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27
|Daniel 4:27|
C'est pourquoi, ô roi, que mon conseil te soit agréable; et romps avec tes péchés par la justice, et avec ton iniquité, par la compassion envers les affligés, si ce peut être un prolongement de ta paix.
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28
|Daniel 4:28|
Tout cela arrivera au roi Nebucadnetsar.
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29
|Daniel 4:29|
Au bout de douze mois, il se promenait sur le palais du royaume de Babylone.
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30
|Daniel 4:30|
Le roi prit la parole et dit: N'est-ce pas ici Babylone la grande, que j'ai bâtie pour être la maison de mon royaume, par la puissance de ma force et pour la gloire de ma magnificence?
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva