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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Deuteronômio 16:1|
Garde le mois d'Abib, et fais la Pâque à l'Éternel, ton Dieu; car au mois d'Abib, l'Éternel, ton Dieu, t'a fait sortir, de nuit, hors d'Égypte.
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2
|Deuteronômio 16:2|
Et sacrifie la pâque à l'Éternel, ton Dieu, du menu et du gros bétail, au lieu que l'Éternel aura choisi pour y faire habiter son nom.
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3
|Deuteronômio 16:3|
Tu ne mangeras pas avec elle de pain levé; pendant sept jours tu mangeras avec elle des pains sans levain, pains d'affliction, parce que tu es sorti en hâte du pays d'Égypte, afin que, tous les jours de ta vie, tu te souviennes du jour de ta sortie du pays d'Égypte.
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4
|Deuteronômio 16:4|
Et il ne se verra pas de levain chez toi, dans toutes tes limites, pendant sept jours; et de la chair que tu sacrifieras le soir du premier jour, rien ne passera la nuit jusqu'au matin.
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5
|Deuteronômio 16:5|
-Tu ne pourras pas sacrifier la pâque dans l'une de tes portes que l'Éternel, ton Dieu, te donne;
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6
|Deuteronômio 16:6|
mais au lieu que l'Éternel, ton Dieu, aura choisi pour y faire habiter son nom, là tu sacrifieras la pâque, le soir, au coucher du soleil, au temps où tu sortis d'Égypte;
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7
|Deuteronômio 16:7|
et tu la cuiras et la mangeras au lieu que l'Éternel, ton Dieu, aura choisi; et le matin tu t'en retourneras, et tu t'en iras dans tes tentes.
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8
|Deuteronômio 16:8|
Pendant six jours tu mangeras des pains sans levain; et, le septième jour, il y aura une fête solennelle à l'Éternel, ton Dieu: tu ne feras aucune oeuvre.
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9
|Deuteronômio 16:9|
Tu compteras sept semaines; depuis que la faucille commence à être mise aux blés, tu commenceras à compter sept semaines,
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10
|Deuteronômio 16:10|
et tu célébreras la fête des semaines, et tu célébreras la fête des semaines à l'Éternel, ton Dieu, avec un tribut d'offrande volontaire de ta main, que tu donneras selon que l'Éternel, ton Dieu, t'aura béni.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva