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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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11
|Deuteronômio 22:11|
-Tu ne te vêtiras pas d'une étoffe mélangée, de laine et de lin tissés ensemble.
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12
|Deuteronômio 22:12|
Tu te feras des houppes aux quatre coins de ton vêtement dont tu te couvres.
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13
|Deuteronômio 22:13|
Si un homme a pris une femme et est allé vers elle, et qu'il la haïsse,
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14
|Deuteronômio 22:14|
et lui impute des actes qui donnent occasion de parler, et fasse courir sur elle quelque mauvais bruit, et dise: J'ai pris cette femme, et je me suis approché d'elle, et je ne l'ai pas trouvée vierge:
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15
|Deuteronômio 22:15|
alors le père de la jeune femme, et sa mère, prendront les signes de la virginité de la jeune femme et les produiront devant les anciens de la ville, à la porte;
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16
|Deuteronômio 22:16|
et le père de la jeune femme dira aux anciens: J'ai donné ma fille pour femme à cet homme, et il la hait;
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17
|Deuteronômio 22:17|
et voici, il lui impute des actes qui donnent occasion de parler, disant: Je n'ai pas trouvé ta fille vierge; et voici les signes de la virginité de ma fille. Et ils déploieront le drap devant les anciens de la ville.
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18
|Deuteronômio 22:18|
Et les anciens de cette ville prendront l'homme et le châtieront.
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19
|Deuteronômio 22:19|
Et parce qu'il aura fait courir un mauvais bruit sur une vierge d'Israël, ils lui feront payer une amende de cent pièces d'argent, et ils les donneront au père de la jeune femme; et elle restera sa femme, et il ne pourra pas la renvoyer, tous ses jours.
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20
|Deuteronômio 22:20|
-Mais si cette chose est vraie, si les signes de la virginité n'ont pas été trouvés chez la jeune femme,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva