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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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8
|Deuteronômio 3:8|
Et nous prîmes en ce temps-là, de la main des deux rois des Amoréens, le pays qui était en deçà du Jourdain, depuis le torrent de l'Arnon jusqu'à la montagne de l'Hermon;
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9
|Deuteronômio 3:9|
(les Sidoniens appellent l'Hermon, Sirion, et les Amoréens l'appellent Senir);
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10
|Deuteronômio 3:10|
toutes les villes du plateau, et tout Galaad, et tout Basan jusqu'à Salca et à Édréhi, villes du royaume d'Og, en Basan.
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11
|Deuteronômio 3:11|
Car Og, le roi de Basan, était seul demeuré du reste des Rephaïm. Voici, son lit, un lit de fer, n'est-il pas dans Rabba des fils d'Ammon? Sa longueur est de neuf coudées, et sa largeur de quatre coudées, en coudées d'homme.
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12
|Deuteronômio 3:12|
Et nous prîmes possession de ce pays-là, en ce même temps. Depuis Aroër, qui est sur le torrent de l'Arnon, la moitié de la montagne de Galaad, et ses villes, je les donnai aux Rubénites et aux Gadites;
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13
|Deuteronômio 3:13|
et le reste de Galaad, et tout Basan, le royaume d'Og, je le donnai à la demi-tribu de Manassé. (Toute la région d'Argob, comme tout Basan, était appelée le pays des Rephaïm.
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14
|Deuteronômio 3:14|
Jaïr, fils de Manassé, prit toute la région d'Argob, jusqu'à la frontière des Gueshuriens et des Maacathiens; et il appela de son nom Basan, Havoth-Jaïr, ce qui est son nom jusqu'à aujourd'hui.)
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15
|Deuteronômio 3:15|
Et je donnai Galaad à Makir.
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16
|Deuteronômio 3:16|
Et aux Rubénites et aux Gadites je donnai depuis Galaad jusqu'au torrent de l'Arnon, le milieu du torrent et ce qui y confine, et jusqu'au torrent du Jabbok, frontière des fils d'Ammon;
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17
|Deuteronômio 3:17|
et la plaine, et le Jourdain et sa rive depuis Kinnéreth jusqu'à la mer de la plaine, la mer Salée, sous les pentes du Pisga, vers le levant.
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Sugestões

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09 de março LAB 434
“FÉRMULA”
Josué 05-08
Você sabe como o povo de Israel iria conquistar a grande e poderosa cidade de Jericó? Tentar explicar isso seria tolice. Por isso, eles não teorizaram. Eles agiram conforme os comandos de Deus. Arriscar explicar um milagre é uma das maiores idiotices que um ser humano pode fazer. Se tenta explicá-lo, supõe-se que acredita que algo aconteceu de forma muito grandiosa. E se é milagre, veio de Deus. Mas o problema é que a pessoa se esquece que essa palavra significa exatamente algo que não seja explicável, porque se fosse explicável não seria milagre. “Milagres”: não se explicam, se aceitam. Então, de forma irônica e contraditória, quem tenta explicar um milagre está perdendo seu tempo porque está tentando explicar uma coisa que supostamente não existiria. Isso seria um tipo de loucura, concorda?
Uma contradição maior ainda é alguém que se diz cristão fazer algo assim. Afinal, se ele quer dar explicação para o que Deus fez de maneira milagrosa, tomando uma atitude de dizer que milagres não existem, está dizendo que Deus não existe. Ou, se o suposto deus de um cristão assim não é capaz de realizar milagre, então não é Deus. Para um cristão desse tipo, seria mais coerente se decidisse logo ser mais honesto com suas próprias ideias, sendo um ateu.
Encontrei uma maluquice dessas na Revista Bíblica de julho e agosto de 2007, em um artigo escrito por Ariel Alvarez Valdés. Com todo respeito à pessoa dele, fiquei com dó do conteúdo que esse camarada tentou colocar nessa revista, logo quando li o título: “Como caíram as muralhas de Jericó”. É impressionante como uma pessoa que se diz religiosa aventura-se a responder uma pergunta dessas. É só conhecer o livro de Hebreus para conhecer o porquê. Em Hebreus 11:30, encontramos a explicação bíblica da queda dos muros: “Pela fé caíram os muros de Jericó”.
E alguém pode questionar: “Ah, pastor! Então você está querendo acreditar numa fé cega?” Acho essa expressão (“fé cega”) uma das piadas mais insanas, sem sentido e desprovidas de inteligência que já vi na minha vida! Usar a suposta expressão “fé cega” para querer dizer que determinada atitude não seria inteligente ou plausível é estultice. O maior intelectual da Bíblia, o apóstolo Paulo, no mesmo capítulo onde explica a fórmula da queda dos muros de Jericó, também explica o que é fé. “Ora, fé é a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11:1). Será que alguém ainda deseja questionar que crer em milagre é ter a ignorância de uma fé cega? Desculpe, mas que questionamento mais sem sentido!
A fé é como o milagre: não se explica, se aceita.
Valdeci Júnior
Fátima Silva