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Darby -
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1
|Ester 6:1|
Cette nuit-là le sommeil fuyait le roi, et il ordonna d'apporter le livre d'annales des chroniques, et on les lut devant le roi;
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|Ester 6:2|
et on y trouva écrit que Mardochée avait fait connaître, à l'égard de Bigthan et de Théresh, les deux eunuques du roi, gardiens du seuil, qu'ils avaient cherché à porter la main sur le roi Assuérus.
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|Ester 6:3|
Et le roi dit: Quel honneur et quelle distinction a-t-on conférés à Mardochée, à cause de cela? Et les serviteurs du roi qui le servaient, dirent: On n'a rien fait pour lui.
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4
|Ester 6:4|
Et le roi dit: Qui est dans la cour? Or Haman était venu dans la cour extérieure de la maison du roi, pour dire au roi de faire pendre Mardochée au bois qu'il avait dressé pour lui.
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5
|Ester 6:5|
Et les serviteurs du roi lui dirent: Voici Haman, qui se tient dans la cour. Et le roi dit: Qu'il entre.
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|Ester 6:6|
Et Haman entra. Et le roi lui dit: Que faut-il faire à l'homme que le roi se plaît à honorer? Et Haman pensa dans son coeur: A quel autre qu'à moi plairait-il au roi de faire honneur?
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7
|Ester 6:7|
Et Haman dit au roi: Quant à l'homme que le roi se plaît à honorer,
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|Ester 6:8|
qu'on apporte le vêtement royal dont le roi se revêt, et le cheval que le roi monte, et sur la tête duquel on met la couronne royale;
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|Ester 6:9|
et que le vêtement et le cheval soient remis aux mains d'un des princes du roi les plus illustres; et qu'on revête l'homme que le roi se plaît à honorer, et qu'on le promène par les rues de la ville, monté sur le cheval, et qu'on crie devant lui: C'est ainsi qu'on fait à l'homme que le roi se plaît à honorer.
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10
|Ester 6:10|
Et le roi dit à Haman: Hâte-toi, prends le vêtement et le cheval, comme tu l'as dit, et fais ainsi à Mardochée, le Juif, qui est assis à la porte du roi. N'omets rien de tout ce que tu as dit.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva