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Darby -
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|Ester 6:1|
Cette nuit-là le sommeil fuyait le roi, et il ordonna d'apporter le livre d'annales des chroniques, et on les lut devant le roi;
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2
|Ester 6:2|
et on y trouva écrit que Mardochée avait fait connaître, à l'égard de Bigthan et de Théresh, les deux eunuques du roi, gardiens du seuil, qu'ils avaient cherché à porter la main sur le roi Assuérus.
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|Ester 6:3|
Et le roi dit: Quel honneur et quelle distinction a-t-on conférés à Mardochée, à cause de cela? Et les serviteurs du roi qui le servaient, dirent: On n'a rien fait pour lui.
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4
|Ester 6:4|
Et le roi dit: Qui est dans la cour? Or Haman était venu dans la cour extérieure de la maison du roi, pour dire au roi de faire pendre Mardochée au bois qu'il avait dressé pour lui.
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|Ester 6:5|
Et les serviteurs du roi lui dirent: Voici Haman, qui se tient dans la cour. Et le roi dit: Qu'il entre.
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|Ester 6:6|
Et Haman entra. Et le roi lui dit: Que faut-il faire à l'homme que le roi se plaît à honorer? Et Haman pensa dans son coeur: A quel autre qu'à moi plairait-il au roi de faire honneur?
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7
|Ester 6:7|
Et Haman dit au roi: Quant à l'homme que le roi se plaît à honorer,
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|Ester 6:8|
qu'on apporte le vêtement royal dont le roi se revêt, et le cheval que le roi monte, et sur la tête duquel on met la couronne royale;
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|Ester 6:9|
et que le vêtement et le cheval soient remis aux mains d'un des princes du roi les plus illustres; et qu'on revête l'homme que le roi se plaît à honorer, et qu'on le promène par les rues de la ville, monté sur le cheval, et qu'on crie devant lui: C'est ainsi qu'on fait à l'homme que le roi se plaît à honorer.
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10
|Ester 6:10|
Et le roi dit à Haman: Hâte-toi, prends le vêtement et le cheval, comme tu l'as dit, et fais ainsi à Mardochée, le Juif, qui est assis à la porte du roi. N'omets rien de tout ce que tu as dit.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva