-
-
Darby -
-
11
|Ester 9:11|
En ce jour-là, on porta devant le roi le nombre de ceux qui avaient été tués dans Suse, la capitale.
-
12
|Ester 9:12|
Et le roi dit à la reine Esther: Les Juifs ont tué et fait périr dans Suse, la capitale, cinq cents hommes et les dix fils d'Haman; qu'auront-ils fait dans les autres provinces du roi? Et quelle est ta demande? elle te sera accordée. Et quelle est encore ta requête? et ce sera fait.
-
13
|Ester 9:13|
Et Esther dit: Si le roi le trouve bon, qu'il soit accordé encore demain aux Juifs qui sont à Suse de faire selon l'édit d'aujourd'hui; et qu'on pende au bois les dix fils d'Haman.
-
14
|Ester 9:14|
Et le roi dit de faire ainsi; et l'édit fut rendu dans Suse; et on pendit les dix fils d'Haman.
-
15
|Ester 9:15|
Et les Juifs qui étaient à Suse s'assemblèrent aussi le quatorzième jour du mois d'Adar, et ils tuèrent dans Suse trois cents hommes; mais ils ne mirent pas la main sur le butin.
-
16
|Ester 9:16|
Et le reste des Juifs qui étaient dans les provinces du roi s'assemblèrent et se mirent en défense pour leur vie, et eurent du repos de leurs ennemis; et ils tuèrent soixante-quinze mille de ceux qui haïssaient; mais ils ne mirent pas la main sur le butin:
-
17
|Ester 9:17|
ce fut le treizième jour du mois d'Adar; et le quatorzième jour du mois, ils se reposèrent, et ils en firent un jour de festin et de joie.
-
18
|Ester 9:18|
Et les Juifs qui étaient à Suse s'assemblèrent le treizième jour du mois et le quatorzième jour, et ils se reposèrent le quinzième jour, et en firent un jour de festin et de joie.
-
19
|Ester 9:19|
C'est pourquoi les Juifs de la campagne qui habitaient des villes ouvertes, firent du quatorzième jour du mois d'Adar un jour de joie et de festin, et un jour de fête, où l'on s'envoyait des portions l'un à l'autre.
-
20
|Ester 9:20|
Mardochée écrivit ces choses et envoya des lettres à tous les Juifs qui étaient dans toutes les provinces du roi Assuérus, à ceux qui étaient près et à ceux qui étaient loin,
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva