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Darby -
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|Ester 7:6|
Et Esther dit: L'adversaire et l'ennemi, c'est ce méchant Haman. Et Haman fut terrifié devant le roi et la reine.
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|Ester 7:7|
Et le roi, dans sa fureur, se leva du festin, et s'en alla dans le jardin du palais. Et Haman resta pour faire requête pour sa vie auprès de la reine Esther; car il voyait que son malheur était décidé de la part du roi.
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|Ester 7:8|
Et le roi revint du jardin du palais dans la maison du festin. Et Haman était tombé sur le divan sur lequel était Esther. Et le roi dit: Veut-il encore faire violence à la reine, chez moi, dans la maison? La parole sortit de la bouche du roi, et on couvrit la face d'Haman.
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9
|Ester 7:9|
Et Harbona, l'un des eunuques, dit devant le roi: Voici, le bois, haut de cinquante coudées, qu'Haman avait préparé pour Mardochée, qui a parlé pour le bien du roi, est dressé dans la maison d'Haman. Et le roi dit:
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|Ester 7:10|
Qu'on l'y pende! Et on pendit Haman au bois qu'il avait dressé pour Mardochée. Et la colère de roi s'apaisa.
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|Ester 8:1|
Ce jour-là, le roi Assuérus donna à la reine Esther la maison d'Haman, l'oppresseur des Juifs. Et Mardochée entra devant le roi, car Esther avait déclaré ce qu'il lui était.
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|Ester 8:2|
Et le roi ôta son anneau qu'il avait retiré à Haman, et le donna à Mardochée. Et Esther établit Mardochée sur la maison d'Haman.
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|Ester 8:3|
Et Esther parla encore devant le roi, et tomba à ses pieds et pleura, et le supplia de mettre à néant le mal médité par Haman, l'Agaguite, et le dessein qu'il avait formé contre les Juifs.
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|Ester 8:4|
Et le roi tendit à Esther le sceptre d'or, et Esther se leva et se tint devant le roi, et elle dit:
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|Ester 8:5|
Si le roi le trouve bon, et si j'ai trouvé faveur devant lui, et que le roi estime la chose avantageuse, et que moi, je sois agréable à ses yeux, qu'on écrive pour révoquer les lettres ourdies par Haman, fils d'Hammedatha, l'Agaguite, qu'il a écrites pour faire périr les Juifs qui sont dans toutes les provinces du roi.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva