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Darby -
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11
|Ester 4:11|
Tous les serviteurs du roi et le peuple des provinces du roi savent que pour quiconque, homme ou femme, entre auprès du roi, dans la cour intérieure, sans avoir été appelé, il existe une même loi prescrivant de le mettre à mort, à moins que le roi ne lui tende le sceptre d'or, pour qu'il vive; et moi, je n'ai pas été appelée à entrer vers le roi ces trente jours.
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12
|Ester 4:12|
Et on rapporta à Mardochée les paroles d'Esther.
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13
|Ester 4:13|
Et Mardochée dit de répondre à Esther: Ne pense pas en ton âme d'échapper, dans la maison du roi, plutôt que tous les Juifs;
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14
|Ester 4:14|
car, si tu gardes le silence en ce temps-ci, le soulagement et la délivrance surgiront pour les Juifs d'autre part, mais toi et la maison de ton père vous périrez. Et qui sait si ce n'est pas pour un temps comme celui-ci que tu es parvenue à la royauté?
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15
|Ester 4:15|
Et Esther dit de répondre à Mardochée:
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16
|Ester 4:16|
Va, rassemble tous les Juifs qui se trouvent à Suse, et jeûnez pour moi, et ne mangez ni ne buvez pendant trois jours, ni la nuit, ni le jour; moi aussi, et mes jeunes filles, nous jeûnerons de même; et ainsi, j'entrerai vers le roi, ce qui n'est pas selon la loi; et si je péris, je périrai.
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17
|Ester 4:17|
Et Mardochée s'en alla et fit selon tout ce qu'Esther lui avait commandé.
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1
|Ester 5:1|
Et il arriva, au troisième jour, qu'Esther se revêtit de son vêtement royal et se présenta dans la cour intérieure de la maison du roi, vis-à-vis de la maison du roi. Et le roi était assis sur le trône de son royaume dans la maison royale, en face de l'entrée de la maison.
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2
|Ester 5:2|
Et aussitôt que le roi vit la reine Esther se tenant dans la cour, elle trouva faveur à ses yeux. Et le roi tendit à Esther le sceptre d'or qui était dans sa main. Et Esther s'approcha et toucha le bout du sceptre.
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3
|Ester 5:3|
Et le roi lui dit: Que veux-tu, reine Esther, et quelle est ta requête? Quand ce serait jusqu'à la moitié du royaume, elle te sera donnée.
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Sugestões

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12 de agosto LAB 590
TENTATIVAS
Jeremias 07-09
Gente que fica em cima do muro. Gente que nem é nem deixa de ser. Crente que não tem coragem de largar a igreja, mas também não tem a coragem de deixar de amar o mundo. Conhece pessoas assim? Você sabia que essas pessoas são as mais infelizes do mundo? Porque elas perdem os dois lados da moeda: a oportunidade de curtir os prazeres que o pecado oferece, numa curta e infernal vida, e também a oportunidade de viver eternamente com Deus.
O indivíduo que abre mão de todas as coisas que não são aprovadas pelos princípios bíblicos, apesar de gostar muito de tais coisas, mas por amar, integral e incondicionalmente a Jesus, será recompensado. Viverá eternamente com Deus, curtindo infinitos prazeres. Por outro lado, a pessoa que é honesta o suficiente para admitir a própria insanidade de que esse negócio de Deus e vida eterna não são com ela, perderá o Céu, mas ele viverá a vidinha curta dos prazeres doloridos deste mundo aqui.
Contudo, a pessoa que se engana não praticando as coisas erradas desse mundo, mas guardando-as no coração, é um tipo de pessoa muito tola. E o pior: você e eu corremos esse risco. É exatamente entre o povo de Deus que acontece a síndrome do povo do tempo de Jeremias. Aquele profeta presenciou, muito de perto, tal hipocrisia que acontecia na vida dos seus irmãos, conterrâneos, amigos, pastores, etc. A síndrome da inutilidade da falsa religião era desencadeada de um apego falso ao pensamento de que o templo poderia proteger do comportamento iníquo (Jeremias 7). “Igreja não salva ninguém” é um jargão que deve ser considerado. Só por ter nascido em uma família ortodoxa e ser cadastrado como um membro regular de uma igreja, você acha que será salvo? Ter cargos na igreja pode salvar alguém? Quem carrega consigo essas falsas convicções já está perdido.
O único que pode salvar é Aquele que entra em cenário em Jeremias 7-9. Ele faz de tudo para despertar o povo da sonolência mortífera quanto ao verdadeiro significado da vida religiosa. Deus é capaz de fazer de tudo o possível (e até muitas coisas impossíveis) para salvar-lhe. E nisso entra também a disciplina. O vale da matança (cáp. 7) pode ser ilustrado com uma caixa de batatas da qual você lança fora as podres a fim de ainda salvar as que estão boas. Os castigos do capítulo oito representam as atitudes de um pai que quer moldar o caráter de um filho, fazendo parte, também, do processo educacional. Escute-lhe o suspiro: “Vejam, sou eu que vou refiná-los e prová-los. Que mais posso eu fazer pelo meu povo?”
Valdeci Júnior
Fátima Silva