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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Isaías 23:1|
L'oracle sur Tyr. Hurlez, navires de Tarsis, car elle est dévastée, de sorte qu'il n'y a pas de maisons, personne qui entre. Du pays de Kittim cela leur est révélé.
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2
|Isaías 23:2|
Tenez-vous en silence, habitants de l'île! Les marchands de Sidon qui passent par la mer t'ont remplie!
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3
|Isaías 23:3|
Et sur de grandes eaux la semence du Shikhor, la moisson du Nil, était son revenu; et elle était le marché des nations.
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4
|Isaías 23:4|
Aie honte, Sidon, car la mer a parlé, la force de la mer, disant: Je n'ai pas été en travail d'enfant, je n'ai pas enfanté, et je n'ai pas nourri de jeunes hommes, ni élevé de vierges. -
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5
|Isaías 23:5|
Quand la rumeur est arrivée en Égypte, ils ont été dans l'angoisse à l'ouïe des nouvelles de Tyr.
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6
|Isaías 23:6|
Traversez vers Tarsis, hurlez, vous, les habitants de l'île!
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7
|Isaías 23:7|
Est-ce là votre ville joyeuse, qui avait son origine dès les jours d'autrefois? Ses pieds la porteront pour demeurer au loin en étrangère.
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8
|Isaías 23:8|
Qui a pris ce conseil à l'égard de Tyr, distributrice de couronnes, dont les négociants étaient des princes, dont les marchands étaient les nobles de la terre?
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9
|Isaías 23:9|
L'Éternel des armées a pris ce conseil, pour profaner l'orgueil de toute gloire, pour réduire à néant tous les nobles de la terre.
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10
|Isaías 23:10|
Répands-toi sur ton pays comme le Nil, fille de Tarsis; il n'y a plus rien qui retienne!
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva