-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Darby -
-
11
|Isaías 36:11|
Et Éliakim et Shebna et Joakh dirent au Rab-Shaké: Parle, nous te prions, à tes serviteurs en syriaque, car nous le comprenons, et ne nous parle pas en langue judaïque, aux oreilles du peuple qui est sur la muraille.
-
12
|Isaías 36:12|
Et le Rab-Shaké dit: Est-ce vers ton seigneur et vers toi que mon seigneur m'a envoyé pour dire ces paroles? N'est-ce pas vers les hommes qui se tiennent sur la muraille, pour manger leurs excréments et pour boire leur urine avec vous?
-
13
|Isaías 36:13|
Et le Rab-Shaké se tint là et cria à haute voix en langue judaïque, et dit: Écoutez les paroles du grand roi, le roi d'Assyrie.
-
14
|Isaías 36:14|
Ainsi dit le roi: Qu'Ézéchias ne vous trompe point; car il ne pourra pas vous délivrer.
-
15
|Isaías 36:15|
Et qu'Ézéchias ne vous fasse pas mettre votre confiance en l'Éternel, disant: l'Éternel nous délivrera certainement; cette ville ne sera point livrée en la main du roi d'Assyrie.
-
16
|Isaías 36:16|
N'écoutez pas Ézéchias; car ainsi dit le roi d'Assyrie: Faites la paix avec moi, et sortez vers moi; et vous mangerez chacun de sa vigne et chacun de son figuier, et vous boirez chacun des eaux de son puits,
-
17
|Isaías 36:17|
jusqu'à ce que je vienne et que je vous emmène dans un pays comme votre pays, un pays de blé et de moût, un pays de pain et de vignes.
-
18
|Isaías 36:18|
Qu'Ézéchias ne vous séduise pas, disant: L'Éternel nous délivrera. Les dieux des nations ont-ils délivré chacun son pays de la main du roi d'Assyrie?
-
19
|Isaías 36:19|
Où sont les dieux de Hamath et d'Arpad? Où sont les dieux de Sepharvaïm? Et ont-ils délivré Samarie de ma main?
-
20
|Isaías 36:20|
Quels sont d'entre tous les dieux de ces pays ceux qui ont délivré leur pays de ma main, pour que l'Éternel délivre Jérusalem de ma main?
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva