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Darby -
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1
|Jonas 4:1|
Jonas trouva cela très mauvais, et il fut irrité.
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2
|Jonas 4:2|
Et il pria l'Éternel, et dit: Éternel, je te prie, n'était-ce pas là ma parole, quand j'étais encore dans mon pays? C'est pourquoi j'ai d'abord voulu m'enfuir à Tarsis, car je savais que tu es un *Dieu qui fais grâce et qui es miséricordieux, lent à la colère et grand en bonté et qui te repens du mal dont tu as menacé;
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3
|Jonas 4:3|
et maintenant, Éternel, je t'en prie, prends-moi ma vie, car mieux me vaut la mort que la vie.
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4
|Jonas 4:4|
Et l'Éternel dit: Fais-tu bien de t'irriter?
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5
|Jonas 4:5|
Et Jonas sortit de la ville, et s'assit à l'orient de la ville; et il se fit là une cabane, et s'assit dessous à l'ombre, jusqu'à ce qu'il vît ce qui arriverait à la ville.
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6
|Jonas 4:6|
Et l'Éternel Dieu prépara un kikajon et le fit monter au-dessus de Jonas, pour faire ombre sur sa tête, pour le délivrer de sa misère, et Jonas se réjouit d'une grande joie à cause du kikajon.
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7
|Jonas 4:7|
Et Dieu prépara un ver le lendemain, au lever de l'aurore, et il rongea le kikajon, et il sécha.
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8
|Jonas 4:8|
Et il arriva que, quand le soleil se leva, Dieu prépara un doux vent d'orient, et le soleil frappa la tête de Jonas, et il défaillait, et il demanda la mort pour son âme, et dit: Mieux me vaut la mort que la vie.
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9
|Jonas 4:9|
Et Dieu dit à Jonas: Fais-tu bien de t'irriter à cause du kikajon? Et il dit: Je fais bien de m'irriter jusqu'à la mort.
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10
|Jonas 4:10|
Et l'Éternel dit: Tu as pitié du kikajon pour lequel tu n'as pas travaillé, et que tu n'as pas fait croître; qui, né en une nuit, a péri en une nuit;
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva