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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Mateus 13:1|
Et en ce jour-là, Jésus, étant sorti de la maison, s'assit près de la mer.
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2
|Mateus 13:2|
Et de grandes foules étaient rassemblées auprès de lui, de sorte que, montant dans une nacelle, il s'assit; et toute la foule se tenait sur le rivage.
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3
|Mateus 13:3|
Et il leur dit beaucoup de choses par des paraboles, disant: Voici, un semeur sortit pour semer.
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4
|Mateus 13:4|
Et comme il semait, quelques grains tombèrent le long du chemin, et les oiseaux vinrent et les dévorèrent.
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5
|Mateus 13:5|
Et d'autres tombèrent sur les endroits rocailleux, où ils n'avaient pas beaucoup de terre; et aussitôt ils levèrent, parce qu'ils n'avaient pas une terre profonde;
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6
|Mateus 13:6|
et, le soleil s'étant levé, ils furent brûlés, et parce qu'ils n'avaient pas de racine, ils séchèrent.
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7
|Mateus 13:7|
Et d'autres tombèrent entre les épines, et les épines montèrent et les étouffèrent.
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8
|Mateus 13:8|
Et d'autres tombèrent sur une bonne terre et produisirent du fruit, l'un cent, l'autre soixante, l'autre trente.
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9
|Mateus 13:9|
Qui a des oreilles pour entendre, qu'il entende.
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10
|Mateus 13:10|
Et les disciples, s'approchant, lui dirent: Pourquoi leur parles-tu en paraboles?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva