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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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1
|Mateus 28:1|
Or, sur le tard, le jour du sabbat, au crépuscule du premier jour de la semaine, Marie de Magdala et l'autre Marie vinrent voir le sépulcre.
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2
|Mateus 28:2|
Et voici, il se fit un grand tremblement de terre; car un ange du *Seigneur, descendant du ciel, vint et roula la pierre, et s'assit sur elle.
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3
|Mateus 28:3|
Et son aspect était comme un éclair, et son vêtement blanc comme la neige.
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4
|Mateus 28:4|
Et de la frayeur qu'ils en eurent, les gardiens tremblèrent et devinrent comme morts.
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5
|Mateus 28:5|
Et l'ange, répondant, dit aux femmes: Pour vous, n'ayez point de peur; car je sais que vous cherchez Jésus le crucifié;
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6
|Mateus 28:6|
il n'est pas ici; car il est ressuscité, comme il l'avait dit. Venez, voyez le lieu où le Seigneur gisait;
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7
|Mateus 28:7|
et allez promptement, et dites à ses disciples qu'il est ressuscité des morts. Et voici, il s'en va devant vous en Galilée: là vous le verrez; voici, je vous l'ai dit.
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8
|Mateus 28:8|
Et sortant promptement du sépulcre avec crainte et une grande joie, elles coururent l'annoncer à ses disciples.
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9
|Mateus 28:9|
Et comme elles allaient pour l'annoncer à ses disciples, voici aussi Jésus vint au-devant d'elles, disant: Je vous salue. Et elles, s'approchant de lui, saisirent ses pieds et lui rendirent hommage.
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10
|Mateus 28:10|
Alors Jésus leur dit: N'ayez point de peur; allez annoncer à mes frères qu'ils aillent en Galilée, et là ils me verront.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva