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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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11
|Mateus 26:11|
car vous avez toujours les pauvres avec vous, mais moi, vous ne m'avez pas toujours;
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12
|Mateus 26:12|
car cette femme, en répandant ce parfum sur mon corps, l'a fait pour ma sépulture.
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13
|Mateus 26:13|
vérité, je vous dis: En quelque lieu que cet évangile soit prêché dans le monde entier, on parlera aussi de ce que cette femme a fait, en mémoire d'elle.
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14
|Mateus 26:14|
Alors l'un des douze, appelé Judas Iscariote, s'en alla vers les principaux sacrificateurs,
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15
|Mateus 26:15|
dit: Que voulez-vous me donner, et moi, je vous le livrerai? Et ils lui comptèrent trente pièces d'argent.
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16
|Mateus 26:16|
Et dès lors, il cherchait une bonne occasion pour le livrer.
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|Mateus 26:17|
Et, le premier jour des pains sans levain, les disciples vinrent à Jésus, disant: Où veux-tu que nous te préparions ce qu'il faut pour manger la pâque?
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|Mateus 26:18|
Et il dit: Allez à la ville auprès d'un tel, et dites-lui: le maître dit: Mon temps est proche; je ferai la pâque chez toi avec mes disciples.
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|Mateus 26:19|
Et les disciples firent comme Jésus leur avait ordonné, et ils apprêtèrent la pâque.
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20
|Mateus 26:20|
Et le soir étant venu, il se mit à table avec les douze.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva