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Darby -
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21
|Tiago 1:21|
C'est pourquoi, rejetant toute saleté et tout débordement de malice, recevez avec douceur la parole implantée, qui a la puissance de sauver vos âmes.
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22
|Tiago 1:22|
Mais mettez la parole en pratique, et ne l'écoutez pas seulement, vous séduisant vous-mêmes.
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23
|Tiago 1:23|
Car si quelqu'un écoute la parole et ne la met pas en pratique, il est semblable à un homme qui considère sa face naturelle dans un miroir;
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24
|Tiago 1:24|
car il s'est considéré lui-même et s'en est allé, et aussitôt il a oublié quel il était.
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25
|Tiago 1:25|
Mais celui qui aura regardé de près dans la loi parfaite, celle de la liberté, et qui aura persévéré, n'étant pas un auditeur oublieux, mais un faiseur d'oeuvre, celui-là sera bienheureux dans son faire.
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26
|Tiago 1:26|
Si quelqu'un pense être religieux et qu'il ne tienne pas sa langue en bride, mais séduise son coeur, le service religieux de cet homme est vain.
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27
|Tiago 1:27|
Le service religieux pur et sans tache devant Dieu le Père, est celui ci: de visiter les orphelins et les veuves dans leur affliction, de se conserver pur du monde.
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1
|Tiago 2:1|
Mes frères, n'ayez pas la foi de notre Seigneur Jésus Christ, Seigneur de gloire, en faisant acception de personnes.
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2
|Tiago 2:2|
Car s'il entre dans votre synagogue un homme portant une bague d'or, en vêtements éclatants, et qu'il entre aussi un pauvre en vêtements sales,
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3
|Tiago 2:3|
et que vous regardiez vers celui qui porte les vêtements éclatants, et que vous disiez: Toi, assieds-toi ici à ton aise; et que vous disiez au pauvre: Toi, tiens-toi là debout; ou: Assieds-toi ici au bas de mon marchepied;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva