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Darby -
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10
|Tiago 4:10|
Humiliez-vous devant le *Seigneur, et il vous élèvera.
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11
|Tiago 4:11|
Ne parlez pas l'un contre l'autre, frères. Celui qui parle contre son frère ou qui juge son frère, parle contre la loi et juge la loi. Or si tu juges la loi, tu n'es pas un observateur de la loi, mais un juge.
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12
|Tiago 4:12|
Un seul est législateur et juge, celui qui peut sauver et détruire; mais toi, qui es-tu qui juges ton prochain?
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13
|Tiago 4:13|
A vous maintenant, qui dites: Aujourd'hui ou demain nous irons dans telle ou telle ville, et nous y passerons une année, et nous trafiquerons et nous gagnerons,
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14
|Tiago 4:14|
vous qui ne savez pas ce qui arrivera le jour de demain; (car qu'est-ce que votre vie? car elle n'est qu'une vapeur paraissant pour un peu de temps et puis disparaissant;)
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|Tiago 4:15|
au lieu de dire: Si le Seigneur le veut et si nous vivons, nous ferons aussi ceci ou cela.
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|Tiago 4:16|
Mais maintenant vous vous glorifiez dans vos vanteries. Toute jactance pareille est mauvaise.
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17
|Tiago 4:17|
Pour celui donc qui sait faire le bien et qui ne le fait pas, pour lui c'est pécher.
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1
|Tiago 5:1|
A vous maintenant, riches! Pleurez en poussant des cris, à cause des misères qui vont venir sur vous.
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2
|Tiago 5:2|
Vos richesses sont pourries et vos vêtements sont rongés par les vers;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva