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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Biblia Dios Habla Hoy -
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Arrestan a Jesús
(Mt 26.47-56; Mc 14.43-50; Lc 22.47-53)
Jesús ante Anás
(Mt 26.57-58; Mc 14.53-54; Lc 22.54)
Pedro niega conocer a Jesús
(Mt 26.69-70; Mc 14.66-68; Lc 22.55-57)
El sumo sacerdote interroga a Jesús
(Mt 26.59-66; Mc 14.55-64; Lc 22.66-71)
Pedro niega otra vez a Jesús
(Mt 26.71-75; Mc 14.69-72; Lc 22.58-62)
Jesús ante Pilato
(Mt 27.1-2,11-14; Mc 15.1-5; Lc 23.1-5)
Jesús es sentenciado a muerte
(Mt 27.15-31; Mc 15.6-20; Lc 23.13-25)Después de hacer esta pregunta, Pilato salió otra vez a hablar con los judÃos, y les dijo:—Yo no encuentro ningún delito en este hombre.
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1
|João 18:1|
Después de decir esto, Jesús salió con sus discÃpulos para ir al otro lado del arroyo Cedrón. Allà habÃa un huerto, donde Jesús entró con sus discÃpulos.
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2
|João 18:2|
También Judas, el que lo estaba traicionando, conocÃa el lugar, porque muchas veces Jesús se habÃa reunido allà con sus discÃpulos.
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3
|João 18:3|
Asà que Judas llegó con una tropa de soldados y con algunos guardianes del templo enviados por los jefes de los sacerdotes y por los fariseos. Estaban armados, y llevaban lámparas y antorchas.
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4
|João 18:4|
Pero como Jesús ya sabÃa todo lo que le iba a pasar, salió y les preguntó:—¿A quién buscan?
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5
|João 18:5|
Ellos le contestaron:—A Jesús de Nazaret.Jesús dijo:—Yo soy.Judas, el que lo estaba traicionando, se encontraba allà con ellos.
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6
|João 18:6|
Cuando Jesús les dijo: «Yo soy», se echaron hacia atrás y cayeron al suelo.
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7
|João 18:7|
Jesús volvió a preguntarles:—¿A quién buscan?Y ellos repitieron:—A Jesús de Nazaret.
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8
|João 18:8|
Jesús les dijo otra vez:—Ya les he dicho que soy yo. Si me buscan a mÃ, dejen que estos otros se vayan.
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9
|João 18:9|
Esto sucedió para que se cumpliera lo que Jesús mismo habÃa dicho: «Padre, de los que me diste, no se perdió ninguno.»
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10
|João 18:10|
Entonces Simón Pedro, que tenÃa una espada, la sacó y le cortó la oreja derecha a uno llamado Malco, que era criado del sumo sacerdote.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva