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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|1 João 3:1|
Se, hvor stor kjærlighet Faderen har vist oss, at vi skal kalles Guds barn; og det er vi. Derfor kjenner verden ikke oss fordi den ikke kjenner ham.
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2
|1 João 3:2|
I elskede! nu er vi Guds barn, og det er ennu ikke åpenbaret hvad vi skal bli; vi vet at når han åpenbares, da skal vi bli ham like; for vi skal se ham som han er.
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3
|1 João 3:3|
Og hver den som har dette håp til ham, han renser sig selv, likesom han er ren.
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4
|1 João 3:4|
Hver den som gjør synd, han gjør og lovbrudd, og synden er lovbrudd.
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5
|1 João 3:5|
Og I vet at han er åpenbaret for å bortta våre synder, og synd er ikke i ham.
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6
|1 João 3:6|
Hver den som blir i ham, synder ikke; hver den som synder, har ikke sett ham og ikke kjent ham.
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7
|1 João 3:7|
Mine barn! la ikke nogen forføre eder! den som gjør rettferdighet, er rettferdig, likesom han er rettferdig.
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8
|1 João 3:8|
Den som gjør synd, er av djevelen; for djevelen synder fra begynnelsen. Dertil er Guds Sønn åpenbaret at han skal gjøre ende på djevelens gjerninger.
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9
|1 João 3:9|
Hver den som er født av Gud, gjør ikke synd, fordi hans sæd blir i ham, og han kan ikke synde, fordi han er født av Gud.
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10
|1 João 3:10|
På dette kan Guds barn og djevelens barn kjennes; hver den som ikke gjør rettferdighet, er ikke av Gud, heller ikke den som ikke elsker sin bror.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva