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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Efésios 2:8|
For av nåde er I frelst, ved tro, og det ikke av eder selv, det er Guds gave,
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|Efésios 2:9|
ikke av gjerninger, forat ikke nogen skal rose sig.
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10
|Efésios 2:10|
For vi er hans verk, skapt i Kristus Jesus til gode gjerninger, som Gud forut har lagt ferdige, at vi skulde vandre i dem.
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11
|Efésios 2:11|
Kom derfor i hu at I som fordum var hedninger i kjøttet og blev kalt uomskårne av den såkalte omskjærelse på kjøttet, den som gjøres med hånden,
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12
|Efésios 2:12|
at I på den tid stod utenfor Kristus, utelukket fra Israels borgerrett og fremmede for paktene med deres løfte, uten håp og uten Gud i verden;
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13
|Efésios 2:13|
men nu, i Kristus Jesus, er I som fordum var langt borte, kommet nær til ved Kristi blod.
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14
|Efésios 2:14|
For han er vår fred, han som gjorde de to til ett og nedrev gjerdets skillevegg, fiendskapet,
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15
|Efésios 2:15|
idet han ved sitt kjød avskaffet den lov som kom med bud og forskrifter, forat han ved sig selv kunde skape de to til ett nytt menneske, idet han gjorde fred,
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16
|Efésios 2:16|
og forlike dem begge i ett legeme med Gud ved korset, idet han på dette drepte fiendskapet.
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|Efésios 2:17|
Og han kom og forkynte fred for eder som var langt borte, og fred for dem som var nær ved;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva