-
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
10
|Filipenses 4:10|
Jeg blev såre glad i Herren over at I endelig engang er kommet således til velmakt igjen at I har kunnet tenke på mitt beste, som I nok også før tenkte på, men I hadde ikke leilighet.
-
11
|Filipenses 4:11|
Ikke at jeg sier dette av trang; for jeg har lært å nøies med det jeg har;
-
12
|Filipenses 4:12|
jeg vet å leve i ringe kår, jeg vet også å ha overflod; i alt og i alle ting er jeg innvidd, både å mettes og å sulte, både å ha overflod og å lide trang;
-
13
|Filipenses 4:13|
jeg formår alt i ham som gjør mig sterk.
-
14
|Filipenses 4:14|
Dog har I gjort vel i å ta del i min trengsel.
-
15
|Filipenses 4:15|
Men I vet og, I filippensere, at i evangeliets første tid, da jeg drog ut fra Makedonia, hadde ingen menighet regning med mig over gitt og mottatt uten I alene;
-
16
|Filipenses 4:16|
for også i Tessalonika sendte I mig både en og to ganger det jeg trengte.
-
17
|Filipenses 4:17|
Ikke at jeg attrår gaven, men jeg attrår den frukt av den som rikelig kommer eder til gode.
-
18
|Filipenses 4:18|
Men nu har jeg fått alt og har overflod; jeg har fullt op efterat jeg av Epafroditus har mottatt eders gave, en yndig duft, et offer til glede og velbehag for Gud.
-
19
|Filipenses 4:19|
Og min Gud skal efter sin rikdom fylle all eders trang i herlighet i Kristus Jesus.
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva