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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Joel 2:1|
Støt i basun på Sion og blås alarm på mitt hellige berg, alle som bor i landet, beve! For Herrens dag kommer - den er nær,
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2
|Joel 2:2|
en dag med mørke og mulm, en dag med skyer og skodde, utbredt over fjellene som morgenrøde - et stort og sterkt folk, som det ikke har vært make til fra fordums tid og heller ikke siden kommer make til gjennem årene, fra slekt til slekt.
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3
|Joel 2:3|
Foran det fortærer ild, og efter det brenner lue; som Edens have er landet foran det, og efter det er det en øde ørken, og det er intet som slipper unda det.
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4
|Joel 2:4|
Som hester er det å se til, og som ryttere løper de avsted.
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5
|Joel 2:5|
Det lyder som larm av vogner når de hopper over fjelltoppene, det lyder som når ildsluen fortærer halm, de er som et sterkt folk, rustet til krig.
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6
|Joel 2:6|
Folkeslag skjelver for det; alle ansikter blir blussende røde*. / {* JES 13, 8.}
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7
|Joel 2:7|
Som helter løper de avsted, som krigsmenn stiger de op på murene; de drar frem hver sin vei og bøier ikke av fra sine stier.
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8
|Joel 2:8|
De trenger ikke hverandre til side; de går frem hver på sin egen vei; mellem kastespyd styrter de frem og stanser ikke i sitt løp.
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9
|Joel 2:9|
I byen vanker de om, på muren løper de, i husene stiger de op, gjennem vinduene går de inn som tyver.
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10
|Joel 2:10|
Foran dem skjelver jorden og ryster himmelen; sol og måne sortner, og stjernene holder op å lyse.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva