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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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12
|Jó 16:12|
Jeg levde i ro; da sønderbrøt han mig, han grep mig i nakken og sønderknuste mig, han satte mig op til skive for sig.
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13
|Jó 16:13|
Hans skyttere kringsatte mig, han kløvde mine nyrer uten barmhjertighet; han øste ut min galle på jorden.
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14
|Jó 16:14|
Han rev i mig rift på rift; han stormet mot mig som en kjempe.
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15
|Jó 16:15|
Jeg har sydd sekk om min hud og stukket mitt horn i støvet*; / {* d.e. opgitt min makt og høihet.}
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16
|Jó 16:16|
mitt ansikt er rødt av gråt, og over mine øielokk ligger det dødsskygge.
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17
|Jó 16:17|
Og dog er det ingen urett i mine hender, og min bønn er ren.
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18
|Jó 16:18|
Å jord, dekk ikke mitt blod*, og måtte det ikke være noget sted hvor mitt skrik stanser! / {* JES 26, 21. 1MO 4, 10.}
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19
|Jó 16:19|
Selv nu har jeg mitt vidne i himmelen og i det høie en som kan stadfeste mine ord.
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20
|Jó 16:20|
Stadig spotter mine venner mig; mot Gud skuer gråtende mitt øie,
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21
|Jó 16:21|
at han må la mannen få rett i hans strid med Gud og menneskebarnet rett mot hans næste;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva