-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
21
|Números 18:21|
Men all tiende i Israel har jeg gitt Levis barn til arv, som lønn for den tjeneste de utfører, tjenesten ved sammenkomstens telt.
-
22
|Números 18:22|
Israels barn skal ikke mere komme nær til sammenkomstens telt, for da fører de synd over sig og må dø.
-
23
|Números 18:23|
Men levittene, de skal utføre tjenesten ved sammenkomstens telt, og de skal bære skylden for folkets overtredelser; det skal være en evig lov, fra slekt til slekt. Men nogen arvedel skal de ikke ha blandt Israels barn.
-
24
|Números 18:24|
For den tiende som Israels barn skal avgi til Herren, har jeg gitt levittene til arv; derfor har jeg sagt til dem at de ikke skal ha nogen arv blandt Israels barn.
-
25
|Números 18:25|
Og Herren talte til Moses og sa:
-
26
|Números 18:26|
Du skal tale til levittene og si til dem: Når I tar imot den tiende av Israels barn som jeg har sagt I skal få av dem som eders arv da skal I gi Herren en gave av den - tiendedelen av tienden,
-
27
|Números 18:27|
og denne eders gave skal regnes for eder som jevngod med kornet fra treskeplassen og med vinen fra persen.
-
28
|Números 18:28|
Således skal også I avgi en gave til Herren av all den tiende som I får av Israels barn, og denne gave til Herren av eders tiende skal I gi til Aron, presten.
-
29
|Números 18:29|
Av alle de gaver I får, skal I avgi til Herren hele den gave som tilkommer ham; det beste av enhver gave skal være den del som helliges ham.
-
30
|Números 18:30|
Og du skal si til dem: Når I har avgitt den beste del av det, da skal det regnes for levittene likt med det som kommer inn fra treskeplassen og fra vinpersen.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva