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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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11
|Números 21:11|
Så brøt de op fra Obot og leiret sig ved Ije-Ha'abarim i ørkenen rett i øst for Moab.
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12
|Números 21:12|
Derfra brøt de op og leiret sig i Sered-dalen.
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13
|Números 21:13|
Derfra brøt de op og leiret sig på hin side Arnon, som går gjennem ørkenen og kommer fra amorittenes land; for Arnon er grensen mellem Moab og amorittene.
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14
|Números 21:14|
Derfor sies det i boken om Herrens kriger: Vaheb tok de med storm og bekkene, Arnons bekker,
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15
|Números 21:15|
og bekkelien som strekker sig bort til Ar-bygden og støter til Moabs grense.
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16
|Números 21:16|
Derfra brøt de op til Be'er; det er den brønn som Herren talte om da han sa til Moses: Kall folket sammen, så vil jeg gi dem vann.
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17
|Números 21:17|
Da sang Israel denne sang: Vell op, du brønn! Hils den med sang!
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18
|Números 21:18|
Du brønn som høvdinger har gravd, som folkets ypperste har boret med herskerstav, med sine kongespir! Fra ørkenen brøt de op til Matana
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19
|Números 21:19|
og fra Matana til Nahaliel og fra Nahaliel til Bamot
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20
|Números 21:20|
og fra Bamot til den dal som ligger i Moab-marken, tett ved toppen av Pisga, og hvor en skuer ut over ørkenen.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva