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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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27
|Números 14:27|
Hvor lenge skal denne onde menighet holde på å knurre mot mig? Jeg har hørt Israels barns knurr, hvorledes de knurrer mot mig.
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28
|Números 14:28|
Si til dem: Så sant jeg lever, sier Herren: Som I har talt for mine ører*, således vil jeg gjøre med eder: / {* 4MO 14, 2.}
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29
|Números 14:29|
I denne ørken skal eders døde kropper falle, alle de blandt eder som blev mønstret, så mange som I er, fra tyveårsalderen og opover, I som har knurret mot mig;
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30
|Números 14:30|
sannelig, I skal ikke komme inn i det land som jeg med opløftet hånd har svoret å ville la eder bo i, undtagen Kaleb, Jefunnes sønn, og Josva, Nuns sønn.
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31
|Números 14:31|
Eders barn, som I sa vilde bli til rov, dem vil jeg føre der inn, og de skal lære det land å kjenne som I har ringeaktet.
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32
|Números 14:32|
Men eders døde kropper skal falle i denne ørken.
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33
|Números 14:33|
Og eders barn skal flakke om som hyrder i ørkenen i firti år og bøte for eders utroskap mot Herren, inntil I alle er blitt til lik i ørkenen.
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34
|Números 14:34|
Likesom I utspeidet landet i firti dager, således skal I lide for eders misgjerninger i firti år, et år for hver dag; og I skal kjenne at jeg har vendt mig bort fra eder.
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35
|Números 14:35|
Jeg, Herren, har sagt: Sannelig, således vil jeg gjøre med hele denne onde menighet, som har sammensvoret sig mot mig; her i ørkenen skal de gå til grunne, her skal de dø.
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36
|Números 14:36|
De menn som Moses hadde sendt for å utspeide landet, og som var kommet tilbake og hadde fått hele menigheten til å knurre mot ham ved å tale ille om landet,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva