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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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32
|Números 15:32|
Mens Israels barn var i ørkenen, traff de på en mann som sanket ved på sabbatsdagen.
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33
|Números 15:33|
Og de som traff på ham da han sanket ved, førte ham frem for Moses og Aron og for hele menigheten.
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34
|Números 15:34|
Og de satte ham fast; for det var ikke gitt dem noget bud om hvad der skulde gjøres med ham.
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35
|Números 15:35|
Da sa Herren til Moses: Mannen skal late livet, hele menigheten skal stene ham utenfor leiren.
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36
|Números 15:36|
Så førte hele menigheten ham utenfor leiren og stenet ham, så han døde, således som Herren hadde befalt Moses.
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37
|Números 15:37|
Og Herren sa til Moses:
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38
|Números 15:38|
Tal til Israels barn og si til dem at de skal gjøre sig dusker på kantene av sine klær, slekt efter slekt, og de skal sette en blå snor på hver enkelt dusk.
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39
|Números 15:39|
Sådanne dusker skal I ha, forat I, når I ser på dem, skal komme i hu alle Herrens bud og holde dem og ikke fare hit og dit efter eders hjerte og efter eders øine, som lokker eder til utroskap
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40
|Números 15:40|
- forat I skal komme i hu alle mine bud og holde dem og være hellige for eders Gud.
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41
|Números 15:41|
Jeg er Herren eders Gud, som førte eder ut av Egyptens land for å være eders Gud. Jeg er Herren eders
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva