-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
4
|Números 20:4|
Hvorfor har I ført Herrens menighet inn i denne ørken, så vi må dø her, både vi og vår buskap?
-
5
|Números 20:5|
Og hvorfor har I ført oss op fra Egypten, så vi er kommet til dette onde sted, hvor det hverken vokser korn eller fiken eller vintrær eller granatepler, og hvor det ikke finnes vann å drikke?
-
6
|Números 20:6|
Men Moses og Aron gikk bort fra folket, til inngangen til sammenkomstens telt, og falt ned på sitt ansikt; da åpenbarte Herrens herlighet sig for dem.
-
7
|Números 20:7|
Og Herren talte til Moses og sa:
-
8
|Números 20:8|
Ta staven og kall menigheten sammen, du og Aron, din bror, og I skal tale til klippen midt for deres øine, så skal den gi vann fra sig; således skal du la vann strømme ut av klippen for dem og gi både menigheten og dens buskap å drikke.
-
9
|Números 20:9|
Da tok Moses staven som lå foran Herrens åsyn, således som Herren hadde befalt ham.
-
10
|Números 20:10|
Og Moses og Aron kalte menigheten sammen foran klippen, og han sa til dem: Nu, I gjenstridige! Mon vi kan la vann strømme frem for eder av denne klippe?
-
11
|Números 20:11|
Så løftet Moses sin hånd og slo med sin stav to ganger på klippen; da strømmet der meget vann ut, så både menigheten og dens buskap fikk drikke.
-
12
|Números 20:12|
Men Herren sa til Moses og Aron: Fordi I ikke trodde på mig og ikke helliget mig for Israels barns øine, derfor skal I ikke føre dette folk inn i det land jeg har gitt dem.
-
13
|Números 20:13|
Dette var Meribas vann, hvor Israels barn kivedes med Herren, og han helliget sig på dem.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva