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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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25
|Números 21:25|
Og Israel tok alle disse byer; og Israel bosatte sig i alle amorittenes byer, i Hesbon og alle byer som hørte under det.
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26
|Números 21:26|
For Hesbon var Sihons, amoritter-kongens, stad; han hadde ført krig mot Moabs forrige konge og tatt alt hans land fra ham like til Arnon.
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27
|Números 21:27|
Derfor sier skalden: Kom til Hesbon! Bygges og grunnfestes skal Sihons stad;
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28
|Números 21:28|
for ild fór ut fra Hesbon, en lue fra Sihons stad; den fortærte Ar i Moab, dem som bodde på høidene ved Arnon.
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29
|Números 21:29|
Ve dig, Moab! Fortapt er du, Kamos' folk! Han* har sendt sine sønner som flyktninger og sine døtre som fanger til amorittenes konge Sihon. / {* nemlig Kamos, moabittenes fornemste avgud.}
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30
|Números 21:30|
Og vi skjøt dem ned; ødelagt er Hesbon, like til Dibon! vi herjet til Nofah, med ild helt til Medba.
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31
|Números 21:31|
Så blev Israel boende i amorittenes land.
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32
|Números 21:32|
Og Moses sendte folk for å utspeide Jaser, og de* tok de byer som hørte under det; og han drev ut amorittene som bodde der. / {* israelittene.}
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33
|Números 21:33|
Så vendte de sig til en annen kant og drog opover til Basan; men Og, kongen i Basan, drog ut mot dem til Edre'i med alt sitt folk for å stride mot dem.
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34
|Números 21:34|
Da sa Herren til Moses: Frykt ikke for ham! For jeg har gitt ham og alt hans folk og hans land i din hånd, og du skal gjøre med ham som du gjorde med Sihon, amorittenes konge, som bodde i Hesbon.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva